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	<title>Adriano Rodrigues &#8211; Manguinhos On-line</title>
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	<description>Jornalismo comunitário feito em Manguinhos</description>
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		<title>Vozes de Manguinhos #6 – Letícia Alves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vozes de Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[História e memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre memórias, pertencimento e cultura, Letícia Alves fala sobre sua trajetória e os caminhos para preservar e fortalecer as histórias de Manguinhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Memória, cultura e pertencimento atravessam a trajetória de Letícia Alves.</strong> Nascida e criada na Vila Turismo, em Manguinhos, ela é estudante de Museologia na UNIRIO, pesquisadora, escritora e atua em diferentes iniciativas ligadas à preservação e à valorização das histórias e dos saberes do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição do <em>Vozes de Manguinhos</em>, Letícia fala sobre sua relação com o lugar onde cresceu, as mudanças na forma como passou a compreender sua própria identidade e a importância de moradores e favelas participarem da construção das narrativas sobre suas histórias. Entre lembranças, afetos e experiências, ela nos convida a olhar para Manguinhos também a partir de sua memória, de sua cultura e dos conhecimentos produzidos por quem vive o território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. <strong>Conte um pouco de você e da sua história em Manguinhos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu nome é Letícia Alves, tenho 28 anos e sou nascida e criada em Manguinhos, mais especificamente da Vila Turismo. Minha família materna veio de Natal, Rio Grande do Norte, e minha mãe Adélia chegou em Manguinhos aos 9 anos com minha avó Helena e seus 6 irmãos. Com o tempo minha avó e alguns dos meus tios voltaram pro RN, mas nós continuamos aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou cursando Museologia na UNIRIO, sendo a primeira mulher da família a entrar na universidade, e no momento estou fazendo muitas coisas, e quase todas (senão todas), perpassam o território.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sou bolsista IC- Manguinhos da Fiocruz, um programa de Iniciação Científica da instituição voltada para Manguinhos. Sou orientada pela Dra. Liane, e junto dela e da equipe (que continha psicólogos, comunicadores, antropólogos, etnógrafos, e eu, graduanda em Museologia) trabalhamos na pesquisa de Modos de brincar e cuidar de crianças, na qual visava compreender como as brincadeiras podem influenciar no desenvolvimento psicomotor e social, que brincadeiras ainda se mantinha, quais saíram, como as telas está afetando o desenvolvimento e como as brincadeiras afetam as relações das crianças entre si, com os responsáveis e com o ambiente que estão inseridos. Nesta pesquisa trabalhei o conceito de divulgação científica alargada ao fazer uma exposição com os desenhos e fotos das crianças brincando, mostrando o desenvolvimento delas, as relações construídas e as visões dos pequenos sobre o trabalho realizado. Os responsáveis, os médicos e as crianças puderam ver o quanto é bom o ato de brincar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalho também no Ecomuseu de Manguinhos, que faz parte da Rede CCAP, como bolsista, para a construção de um acervo e exposição contando a relação da rede e do território. Pretendemos inaugurar a exposição ainda este ano, no final de setembro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, mas não menos importante, também sou bolsista de uma pesquisa sobre Saberes Tradicionais de Manguinhos e Maré, que está buscando entender o que é tradicional para esses territórios, que saberes devem ser preservados e valorizados. Nesses dois complexos encontramos, pescadores, quadrilheiros, erveiras, mestres de capoeira, babalorixá. Estamos na etapa de transcrição das entrevistas e o resultado deste trabalho deve ser divulgado ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, dá pra ver que sempre tô envolvida em algo kkkkkk, mas para além da carreira acadêmica, eu também sou escritora. Atualmente decidi oficialmente assinar pelo nome artístico de Letícia Alviéra (junção dos meus sobrenomes), já participei de uma coletânea de poesias, uma coletânea de contos e atualmente estou tentando vencer a procrastinação para terminar o meu primeiro romance que pretendo lançar no máximo ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. <strong>Que lembranças, cenas ou sentimentos aparecem quando você pensa em Manguinhos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde pequena sou uma pessoa mais introvertida e medrosa, quando criança brincava mais com as crianças do meu beco e não saia muito dele, então no geral não conheço muitas pessoas do território e elas também não me conhecem. Sinto que posso passar a impressão de “metida”, mas sou apenas introvertida mesmo kkkkk, mas acho que essa ideia de “metida” combinaria com o meu eu adolescente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minha relação com Manguinhos nem sempre foi boa, quando criança tive memórias boas apesar das memórias ruins de tiroteios intensos no qual demorei pra me acostumar (sendo que isso nem deveria ser algo normalizado, principalmente tão novo). Durante toda a adolescência tive a fase não querer ser associada a ideia de “favelada”, não gostava de funk, procurava não falar gírias e me vestir de forma que passasse a ideia de “favelada” pois achava que dessa forma eu conseguiria ser lida diferente por pessoas de fora… Aqueles papos besta de “meritocracia”, “não se deixou influenciar pelo ambiente que vive” e blá-blá-blá. Isso tudo caiu por terra pra mim quando com 19 anos, indo pro trabalho às 6h da manhã, e no trajeto que eu iria fazer pra ir pro ponto (ainda dentro da favela) um policial,&nbsp; a no máximo 2 metros de distância, apontou um fuzil pra minha cabeça, de mira e dedo no gatilho. Ele não falou nada, mas estava visivelmente determinado, só tinha ele e eu na rua, fiquei em choque mas dei meia volta e fui pro ponto pelo caminho mais longo enquanto o xingava mentalmente por me fazer chegar atrasada no trabalho,&nbsp; como qualquer CLT faria. Quando cheguei em casa, refleti sobre, e aí caiu a ficha de vez: estava deixando de respeitar quem sou e o meu território para não ser colocada numa caixinha “negativa”, e no final nada disso importava pois sempre seria lida dessa forma. A partir daí passei a olhar com mais afeto para Manguinhos, para os moradores e para mim. Entendi que existem diversas formas de ser favelada e cria, e que nenhuma delas é essencialmente ruim. Pra mim esse dia marcou o “Letícia, criada em Manguinhos” para hoje que considero “Letícia, cria de Manguinhos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalizando com memórias não violentas, tenho (agora que crescida) boas memórias das minhas vizinhas olhando a mim e ao meu irmão para certificar de que estávamos bem e contando pra minha mãe caso nós fizéssemos besteira. As festas juninas na rua do 20. Uma senhorinha (que até hoje não sei o nome) me contando sua história de vida triste e resiliente pra mim na rua do mais completo nada. Tia Nicinha implicando com todo mundo que passava (que Deus a tenha). Eu indo perturbar minha avó (que Deus a tenha também) que fofocava animadamente com as vizinhas no beco. A feira de domingo enorme que tinha na rua do 20 e na estrada de Manguinhos. Acompanhando minha mãe nas aulas da EJA que tinha na Rede CCAP. A diversidade de sons e músicas em cada ponto da favela (e como elas contam o clima do morador e até do território). E por último uma memória saudosista de cinéfila que até hoje não superou o fim da locadora que tinha na Estrada e que até hoje se lembra do cheiro e de andar atrás dos filmes que queria ver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. <strong>Pela sua vivência, o que em Manguinhos precisa ser mais reconhecido, cuidado ou valorizado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa pesquisa de Saberes Tradicionais que faço parte, ficou mais evidente para mim o quanto perdemos pessoas e práticas culturais importantes de Manguinhos. É normal, principalmente em favelas que são vivas e estão em constante mudança, que se perca, surjam novas, ou se questione o que é tradicional desses territórios. Em Manguinhos não conseguimos mais achar pessoas que foram benzedeiras, parteiras, rezadeiras e erveiras, que são práticas tradicionais muito ligadas ao cuidado comunitário e que são figuras importantes em muitas favelas, infelizmente na pesquisa vimos que essa falta não é exclusiva de Manguinhos e perpassa por diversos fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu desejo é que Manguinhos vire uma efervescência cultural. Quero que nós venhamos valorizar os nossos mais velhos, as pessoas que as profissões estão se perdendo, e que reflitamos sobre resgatar e iniciar novas práticas culturais. Acho que Manguinhos só tem a prosperar em todos os sentidos se abraçar e valorizar essa ideia de ponto cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. <strong>Como a sua vivência em Manguinhos influencia a sua atuação?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já pensei em muitas profissões até escolher de vez a Museologia, sempre pensei em profissões de cuidado social, até que entendi que existem diversas formas de cuidados e que Museologia poderia ser uma forma de cuidado meu com o meu território. Manguinhos é o principal motivo de eu acreditar na Museologia social, de trazer a luz e valorizar memórias e narrativas de sujeitos e povos menosprezados historicamente, e de que museus podem e devem ser espaços diversos, inclusivos e políticos. As favelas devem ter um museu pra ter autonomia em suas histórias, mas também conseguir acessar e se ver cada vez mais como protagonistas nesses espaços culturais tradicionais (centros de memórias, museus e etc)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Museus são ferramentas de poder, eles são lugares de memória e de esquecimento, de vitória e de derrotas de narrativas, e é importante que as favelas e periferias participem, questionem e se façam presente nesses espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como Manguinhense e futura Museóloga, fico feliz de valorizar a cultura, a memória e preservar objetos e histórias para as futuras gerações, e que pela minha origem favelada, sei que serei uma profissional muito mais sensível, empática e comprometida em valorizar, histórias,&nbsp; pessoas e lugares constantemente inferiorizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. <strong>Que Manguinhos você gostaria de ver no futuro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desculpa, acho que já falei o meu maior desejo pro futuro do território na pergunta 3 kkkkkkk.</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. <strong>Que mensagem você deixaria para as pessoas que vivem e constroem Manguinhos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho que torço para que o Complexo de Manguinhos se veja realmente como um complexo e interaja cada vez mais entre si e não somente como Vila Turismo, Mandela, Varginha e etc. Só vamos conseguir ampliar nossa força e luta quando nos reconhecermos como unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também desejo que a gente seja cada vez mais empático para além da solidariedade do sofrimento (da limpeza das enchentes, das perdas em tiroteios, remoções de casas, das doenças), quero que sempre tenha conversas entre vizinhos, crianças brincando tranquilas nas ruas, e que festejemos juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre o futuro, Letícia aponta para um Manguinhos que reconheça e preserve suas memórias sem deixar de construir novas histórias. Um território que valorize seus mais velhos, seus saberes e suas práticas culturais, mas que também fortaleça os vínculos entre as diferentes comunidades que formam o Complexo de Manguinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu desejo é que essa união não apareça somente diante das dificuldades. Que Manguinhos também se encontre na vida cotidiana: nas conversas entre vizinhos, nas crianças brincando nas ruas, na cultura, nas celebrações e nos momentos compartilhados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, fica uma provocação que atravessa toda a entrevista: <strong>reconhecer Manguinhos como uma história construída por muitas histórias, e fortalecer os caminhos para que quem vive o território também possa preservar, contar e disputar a memória sobre ele.</strong></p>
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		<title>Prefeitura suspende aulas no Rio nesta sexta por ventos fortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 01:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Útilidade pública]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida foi tomada após previsão de rajadas acima de 90 km/h no Rio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura do Rio <a href="https://www.instagram.com/p/DbuB0l6jv1q/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener">suspendeu as aulas da rede pública municipal</a> nesta sexta-feira (7). A medida vale para as unidades de toda a cidade, incluindo as escolas municipais de Manguinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Prefeitura, a decisão é preventiva diante da previsão de ventos acima de 90 km/h. O objetivo é proteger estudantes, responsáveis e profissionais da educação, além de reduzir os deslocamentos pela cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rio entrou no <strong>Estágio 2</strong> às 19h05 desta quinta-feira (6). De acordo com o Alerta Rio, as rajadas podem variar de fortes, entre 52 km/h e 76 km/h, a muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Também há possibilidade de pancadas isoladas de chuva no fim da tarde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os ventos, a recomendação é não ficar debaixo de árvores ou coberturas metálicas, evitar locais próximos a cabos elétricos, outdoors e andaimes e retirar objetos que possam cair de janelas e áreas externas.</p>
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		<title>Arquivo Preto – Capítulo 7: Malcolm X</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquivo Preto]]></category>
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					<description><![CDATA[Líder negro transformou a luta por igualdade em um debate sobre identidade, poder e direitos humanos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Malcolm X foi uma das personalidades mais importantes da luta pelos direitos da população negra no século XX. Conhecido por seus discursos firmes e por sua atuação política, ele defendia que a liberdade não significava apenas conquistar direitos, mas também fortalecer a identidade, a autonomia e a participação da população negra na sociedade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="828" height="466" src="https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-22.jpg" alt="" class="wp-image-1738" style="width:528px;height:auto" srcset="https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-22.jpg 828w, https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-22-300x169.jpg 300w, https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-22-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Nascido em 1925, nos Estados Unidos, Malcolm viveu em um período marcado pela segregação racial. Ao longo de sua trajetória, tornou-se uma das principais vozes contra o racismo e incentivou milhares de pessoas a compreenderem que a desigualdade não era um problema individual, mas resultado de estruturas sociais e políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o passar dos anos, sua visão também se ampliou. Após conhecer outras culturas e países, Malcolm passou a defender a luta contra o racismo como uma pauta de direitos humanos, aproximando esse debate de movimentos internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu pensamento continua presente em discussões sobre representatividade, violência racial, participação política e acesso a direitos. Mais do que uma figura histórica, Malcolm X permanece como uma referência para entender como questões de raça, cidadania e justiça social ainda fazem parte do mundo contemporâneo.</p>
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		<title>Vendaval deixa localidades de Manguinhos horas sem luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Energia foi restabelecida durante a madrugada após apagão que atingiu diferentes pontos do Rio de Janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Localidades de Manguinhos ficaram horas sem energia elétrica após o forte vendaval que atingiu o Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira (29). O fornecimento foi restabelecido durante a madrugada desta quinta-feira (30).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo apuração do Manguinhos On-line, em pontos do território a energia voltou entre meia-noite e 1h da manhã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de luz ocorreu em meio a um apagão que atingiu diferentes regiões do Rio. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os fortes ventos provocaram ocorrências nas redes de transmissão e distribuição de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às 16h38, houve o desligamento da Subestação Grajaú, que atende o Centro, a Zona Sul e parte da Zona Norte. A Axia Energia informou que um curto-circuito provocado pela ventania afetou sistemas de proteção de duas linhas da instalação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Light informou que a ocorrência de grande porte teve origem fora do sistema da distribuidora. Os fortes ventos também provocaram danos na rede elétrica, com quedas de árvores e objetos sobre a fiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a tarde, rajadas de vento ultrapassaram os 100 km/h em pontos da cidade. A ventania também derrubou árvores e provocou transtornos nos transportes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã desta quinta-feira, o fornecimento de energia já estava restabelecido nos pontos de Manguinhos acompanhados pelo Manguinhos On-line.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Falta de água em Manguinhos: veja o que muda na segunda (27)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Útilidade pública]]></category>
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					<description><![CDATA[Serviço programado começa às 7h e também afetará outros bairros da Zona Norte. A concessionária orienta moradores a reservarem água para atividades essenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os moradores de <strong>Manguinhos</strong> devem se preparar para uma <strong>interrupção temporária no abastecimento de água</strong> na próxima <strong>segunda-feira (27)</strong>. A <strong>Águas do Rio</strong> realizará uma manutenção programada em uma rede de grande porte, com início às <strong>7h</strong>, na Rua São Daniel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Manguinhos, o serviço também poderá afetar o fornecimento de água em <strong>Del Castilho, Engenho da Rainha, Higienópolis, Inhaúma, Jacaré, Jacarezinho e Maria da Graça</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a concessionária, o abastecimento será restabelecido de forma gradativa após a conclusão da manutenção. Em algumas localidades, especialmente nas áreas mais elevadas e nas extremidades da rede, a normalização poderá levar mais tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Águas do Rio recomenda que os moradores <strong>reservem água com antecedência para atividades essenciais</strong> e utilizem o recurso de forma consciente até que o abastecimento seja totalmente normalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://aguasdorio.com.br/manguinhos-e-arredores/" target="_blank" rel="noopener">Águas do Rio</a>.</p>
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		<title>O que é inteligência artificial? Entenda como funciona, onde está presente e quais são seus limites</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manguinhos On-line explica]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia já faz parte do dia a dia de milhões de brasileiros, mas ainda gera dúvidas. Especialistas alertam que a IA pode facilitar tarefas, mas também exige cuidados com privacidade, desinformação e uso responsável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Se você já pediu uma rota no Google Maps, recebeu uma recomendação da Netflix, conversou com um chatbot ou utilizou ferramentas como o ChatGPT, provavelmente já usou inteligência artificial (IA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, essa tecnologia ganhou espaço em diferentes áreas e passou a fazer parte da rotina de milhões de pessoas. Apesar disso, ainda existem muitas dúvidas sobre o que ela realmente é e até onde pode chegar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é inteligência artificial?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Inteligência artificial é uma tecnologia desenvolvida para realizar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana, como reconhecer imagens, compreender textos, responder perguntas, traduzir idiomas e identificar padrões em grandes volumes de informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que muitos imaginam, a IA <strong>não pensa como uma pessoa</strong>. Ela analisa enormes quantidades de dados, aprende padrões e produz respostas com base nas informações que recebeu durante seu treinamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, ela não possui consciência, sentimentos ou opiniões próprias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde a inteligência artificial está presente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sem perceber, você provavelmente utiliza inteligência artificial várias vezes ao dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela está presente em serviços como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>recomendações de vídeos no YouTube;</li>



<li>sugestões de filmes e séries na Netflix;</li>



<li>rotas do Google Maps e Waze;</li>



<li>reconhecimento facial para desbloquear o celular;</li>



<li>atendimento automático de empresas;</li>



<li>filtros contra spam no e-mail;</li>



<li>aplicativos bancários que identificam possíveis fraudes;</li>



<li>redes sociais que escolhem quais publicações aparecem primeiro para você.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a consultoria <strong>McKinsey</strong>, cerca de <strong>78% das empresas no mundo já utilizam inteligência artificial em alguma área de seus negócios</strong>, mostrando que a tecnologia deixou de ser tendência para se tornar realidade.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zulfugar-karimov-CaRba5ZXJTQ-unsplash-1024x683.jpg" alt="Foto: Zulfugar Karimov/Unsplash" class="wp-image-1692" style="object-fit:cover" srcset="https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zulfugar-karimov-CaRba5ZXJTQ-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zulfugar-karimov-CaRba5ZXJTQ-unsplash-300x200.jpg 300w, https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zulfugar-karimov-CaRba5ZXJTQ-unsplash-768x512.jpg 768w, https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zulfugar-karimov-CaRba5ZXJTQ-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://manguinhosonline.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zulfugar-karimov-CaRba5ZXJTQ-unsplash-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><code>Foto: Zulfugar Karimov/Unsplash</code></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">O que a IA pode fazer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a inteligência artificial consegue realizar tarefas que ajudam pessoas e empresas a ganhar tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela pode:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>responder perguntas;</li>



<li>resumir textos;</li>



<li>traduzir idiomas;</li>



<li>criar imagens;</li>



<li>organizar documentos;</li>



<li>analisar grandes quantidades de dados;</li>



<li>auxiliar médicos na interpretação de exames;</li>



<li>automatizar atividades repetitivas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas ferramentas também estão sendo usadas na educação, na ciência, no jornalismo e em diversas profissões para aumentar a produtividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas ela pode substituir o ser humano?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja capaz de executar muitas tarefas rapidamente, a inteligência artificial continua dependendo da supervisão humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela pode cometer erros, interpretar perguntas de forma equivocada e até inventar informações quando não possui dados confiáveis para responder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, especialistas recomendam que conteúdos produzidos por IA sejam sempre revisados, especialmente quando envolvem saúde, dinheiro, política ou direitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os riscos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como qualquer tecnologia, a inteligência artificial também apresenta desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>criação de notícias falsas;</li>



<li>produção de vídeos e imagens manipulados (<em>deepfakes</em>);</li>



<li>golpes digitais cada vez mais sofisticados;</li>



<li>uso indevido de dados pessoais;</li>



<li>reprodução de preconceitos existentes nos dados usados para treinar os sistemas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, diversos países discutem regras para garantir que a tecnologia seja utilizada de forma ética e transparente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro já começou</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial deve estar cada vez mais presente na rotina das pessoas, seja no trabalho, na educação, na saúde ou nos serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais importante do que saber usar uma ferramenta é compreender seus limites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A IA pode ser uma grande aliada para aprender, criar e resolver problemas, mas ela não substitui o pensamento crítico nem a capacidade humana de tomar decisões. Saber quando confiar e quando verificar uma informação continuará sendo uma habilidade essencial nos próximos anos.</p>
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		<item>
		<title>Ação contra a dengue acontece em Manguinhos nesta quarta-feira (22)</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/acao-contra-dengue-manguinhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[1746]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Municipal de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipes da Vigilância em Saúde farão vistorias em imóveis e orientarão moradores sobre a prevenção ao mosquito Aedes aegypti.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Manguinhos está entre os bairros que receberão, nesta quarta-feira (22), uma ação da Secretaria Municipal de Saúde voltada ao combate às arboviroses, grupo de doenças que inclui dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a programação semanal da Vigilância em Saúde e busca reduzir a presença do mosquito <em>Aedes aegypti</em> antes que novos casos aumentem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a ação, agentes realizarão <strong>vistorias em imóveis</strong> para identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito, além de orientar moradores sobre os principais cuidados para evitar água parada em residências, quintais e áreas comuns. A Prefeitura não informou quais ruas serão atendidas, apenas que Manguinhos faz parte da programação desta quarta-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o trabalho dos agentes seja importante, a Secretaria Municipal de Saúde destaca que <strong>a maior parte dos focos do mosquito costuma ser encontrada dentro dos próprios imóveis</strong>, em locais como caixas-d&#8217;água destampadas, vasos de plantas, baldes, garrafas, calhas e recipientes que acumulam água da chuva. Por isso, a participação dos moradores é considerada fundamental para interromper o ciclo de reprodução do <em>Aedes aegypti</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a <a href="https://prefeitura.rio/cidade/mais-uma-semana-com-acoes-de-prevencao-as-arboviroses-2/" data-type="link" data-id="https://prefeitura.rio/cidade/mais-uma-semana-com-acoes-de-prevencao-as-arboviroses-2/" target="_blank" rel="noopener">Prefeitura do Rio</a>, mais de <strong>6,3 milhões de imóveis</strong> já foram vistoriados na cidade neste ano, resultando na eliminação ou tratamento de <strong>mais de 886 mil possíveis criadouros</strong> do mosquito. A expectativa é que as ações contínuas reduzam o risco de transmissão das arboviroses, especialmente nos períodos de maior circulação do vetor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moradores que identificarem possíveis focos do mosquito podem solicitar uma vistoria ou registrar uma ocorrência pela Central 1746.</p>
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		<title>Rio amplia vacinação contra Covid-19 para novos grupos</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/rio-amplia-vacinacao-covid-19-novos-grupos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[imunocomprometidos]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[vacina contra Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Dose atualizada contra a cepa LP.8.1 já está disponível para idosos a partir de 65 anos, imunocomprometidos, pessoas com deficiência permanente e gestantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A vacinação com a dose atualizada contra a Covid-19 foi ampliada no município do Rio de Janeiro. Desde terça-feira (14), pessoas com 65 anos ou mais, imunocomprometidos e pessoas com deficiência permanente podem receber o imunizante contra a cepa LP.8.1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As gestantes, que já estavam incluídas na primeira etapa da campanha, continuam entre os grupos indicados para a vacinação. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a ampliação foi possível após o município receber um novo lote de doses enviado pelo Ministério da Saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem pode receber a vacina</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento, a vacinação está disponível para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pessoas com 65 anos ou mais;</li>



<li>pessoas imunocomprometidas;</li>



<li>pessoas com deficiência permanente;</li>



<li>gestantes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Prefeitura do Rio, outros grupos e faixas etárias deverão ser incluídos gradualmente, conforme o envio de novas doses ao município.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Onde se vacinar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O imunizante atualizado está disponível nas <strong>241 unidades de Atenção Primária</strong> do Rio, que incluem clínicas da família e centros municipais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os moradores de Manguinhos podem consultar qual é a unidade de referência mais próxima por meio do portal <strong><a href="https://prefeitura.rio/ondeseratendido" target="_blank" rel="noopener">Onde Ser Atendido</a></strong>, informando o endereço residencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina também pode ser encontrada nas três unidades do Super Centro Carioca de Vacinação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Botafogo:</strong> funcionamento diário, das 8h às 22h;</li>



<li><strong>Zona Oeste:</strong> ParkShoppingCampoGrande, conforme o horário do shopping;</li>



<li><strong>Zona Norte:</strong> Shopping Nova América.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Documentos necessários</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para receber a dose, é necessário apresentar um documento oficial de identidade. A Prefeitura também recomenda levar a caderneta de vacinação, quando disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas pertencentes a grupos específicos devem apresentar um documento que comprove a condição indicada para a imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação reduz o risco de desenvolvimento de formas graves da Covid-19, internações e mortes provocadas pela doença.</p>
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		<title>Vozes de Manguinhos #5: Jayme Cardoso</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/vozes-de-manguinhos-5-jayme-cardoso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vozes de Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos On-line]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[Território]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunicador popular e cria de Manguinhos, Jayme fala sobre memórias da infância, transformações urbanas e a importância da comunicação para valorizar a história, a cultura e as iniciativas do território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As transformações de um território também podem ser percebidas pelas lembranças de quem cresceu acompanhando suas ruas, construções e paisagens mudarem ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição do Vozes de Manguinhos, ouvimos Jayme Cardoso, de 22 anos, estudante de Relações Públicas, comunicador popular e cria de Manguinhos. Morador da Rua 9, onde sua família permanece até hoje, Jayme construiu sua relação com o território entre a escola, as brincadeiras de infância, a antiga estação de trem, a Biblioteca Parque e a convivência com uma vizinhança sempre presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Suas memórias também são atravessadas por acontecimentos que transformaram profundamente Manguinhos, como as enchentes que atingem as famílias, as intervenções do PAC e a elevação da estação ferroviária, realizada diante da casa onde cresceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao revisitar essas experiências, Jayme reflete sobre o papel da comunicação popular, a valorização da história local e o desejo de que Manguinhos seja reconhecido como um território de cultura, arte e produção comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, ele compartilha suas lembranças e fala sobre o Manguinhos que viveu, aquele que acompanha no presente e o futuro que deseja ajudar a construir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1.&nbsp;<strong>Conte um pouco de você e da sua história em Manguinhos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Me chamo Jayme Cardoso, cria de Manguinhos há 22 anos. Estudante de Relações Públicas e comunicador popular de Manguinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com certeza me marcaram muito as enchentes arrasadoras, a obra do PAC em relação a elevação da estação (pois moro em frente) e a construção da Biblioteca Parque que passei bons tempos lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2.&nbsp;<strong>Que lembranças, cenas ou sentimentos aparecem quando você pensa em Manguinhos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando penso em Manguinhos lembro da minha infância porque tenho memórias bem confortáveis como, estudar no CEMPA e dos primeiros amigos de Manguinhos que fiz lá, de comprar doces e refri no bar do falecido China e de brincar com as outras crianças da Rua 9 que inclusive, é aonde minha familia mora até hoje. Além disso, ainda é muito nítido, atravessar a antiga estação de trem pra tomar vacina no posto de saúde e da vizinhança animada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3.&nbsp;<strong>Pela sua vivência, o que em Manguinhos precisa ser mais reconhecido, cuidado ou valorizado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Gostaria muito que a comunicação popular fosse mais valorizada, que as pessoas tivessem mais interesse em saber como funciona, como é importante e como podem contribuir para que funcione melhor. Mas acredito que já esteja ocorrendo uma transição de mentalidade da população, conforme o Jornal se mostra cada vez mais presente e trazendo pautas importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4.&nbsp;<strong>Por que é importante que Manguinhos produza suas próprias narrativas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho super interessante ver o Manguinhos Online atuando, porque é um território muito extenso e precisa dessa comunicação popular pra sabermos das notícias e informações com um olhar mais preciso e mais cuidadoso. É importante também para valorizar a história do nosso território, para os moradores conhecerem o passado da comunidade através de pessoas que conhecem de verdade Manguinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5.&nbsp;<strong>Que Manguinhos você gostaria de ver no futuro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É meu sonho, primeiramente, ver Manguinhos passando por uma grande transformação envolvendo os rios que nos cercam, para que não tenhamos mais enchentes que destroem lares todos os verões. Seguindo, gostaria de ver as pessoas de fora vendo Manguinhos como um polo de cultura e arte, sendo reconhecida internacionalmente pela companhia de ballet, por exemplo. E que sejamos mais uma referência em comunicação popular, caminho este que já está sendo traçado com bastante sucesso e esforço pelo Manguinhos Online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">6.&nbsp;<strong>Que mensagem você deixaria para as pessoas que vivem e constroem Manguinhos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixo meu pedido que valorizem os projetos locais, que compartilhem bastante as publicações do Manguinhos Online, que é um jornal com curadoria muito profissional, para que tenham grande alcance e nos conheçam nossa favela pelo o olhar do morador. E lembrando, para sermos valorizados e respeitados temos que primeiros nos valorizar e respeitar o solo de onde viemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lembranças de Jayme percorrem diferentes momentos da história recente de Manguinhos. Da infância na Rua 9 às mudanças provocadas pelas obras do PAC, da antiga estação ferroviária à construção da Biblioteca Parque, sua trajetória pessoal também registra as transformações da paisagem e da vida comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, sua fala mostra que alguns problemas permanecem. As enchentes que marcaram sua experiência continuam ameaçando casas e interrompendo a rotina de muitas famílias, fazendo com que a recuperação dos rios e o enfrentamento das consequências das chuvas apareçam como condições fundamentais para o futuro do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse encontro entre memória e transformação que Jayme situa a importância da comunicação popular. Para ele, comunicar Manguinhos a partir de dentro significa oferecer informações mais próximas da realidade dos moradores, preservar a história local e apresentar a favela para além das imagens construídas por quem não conhece seu cotidiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao defender a valorização dos projetos locais, da cultura e das iniciativas comunitárias, Jayme também chama os próprios moradores a participarem dessa construção. Compartilhar informações, fortalecer quem atua no território e reconhecer o valor do lugar de onde se vem são maneiras de ampliar o alcance das vozes de Manguinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua mensagem final reforça que o reconhecimento externo também começa pelo pertencimento: para que o território seja valorizado e respeitado, é preciso que seus moradores reconheçam suas histórias, fortaleçam suas iniciativas e respeitem o solo onde suas trajetórias foram construídas.</p>
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		<item>
		<title>Arraiá A Roça é Nossa reúne quadrilhas e celebra a cultura em Manguinhos</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/arraia-a-roca-e-nossa-reune-quadrilhas-e-celebra-a-cultura-em-manguinhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arraiá A Roça é Nossa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Junina]]></category>
		<category><![CDATA[forró]]></category>
		<category><![CDATA[Quadra Unidos de Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[quadrilhas juninas]]></category>
		<category><![CDATA[Sinopec]]></category>
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					<description><![CDATA[Festival realizado na Quadra Unidos de Manguinhos teve apresentações de quadrilhas, forró, dança e tradições juninas; veja as fotos do evento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Festival Arraiá A Roça é Nossa reuniu moradores, artistas e grupos de quadrilha no último sábado e domingo (11 e 12), em Manguinhos, na Zona Norte do Rio. Durante os dois dias de programação, o público acompanhou apresentações de dança, forró e outras manifestações ligadas às tradições juninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelo Ballet Manguinhos, o festival ocupou a Quadra Unidos de Manguinhos com figurinos coloridos, coreografias e apresentações de grupos convidados. Crianças, jovens e adultos participaram da celebração, que atravessou diferentes gerações e valorizou a cultura popular brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do caráter festivo, o encontro deu visibilidade ao trabalho de quadrilheiros, dançarinos e projetos culturais que atuam na preservação e na renovação das tradições juninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realização do evento dentro do território também reforçou a importância dos espaços culturais e comunitários de Manguinhos. Iniciativas como o festival ampliam o acesso dos moradores à arte, fortalecem vínculos entre diferentes grupos e incentivam a produção cultural local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Arraiá A Roça é Nossa teve patrocínio direto da Sinopec e apoio de diferentes parceiros. O público pode <a href="https://www.instagram.com/p/DasZdyfHEMZ/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener"><strong>conferir as fotos da celebração</strong></a> no Instagram do Manguinhos On-line.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com música, dança e participação popular, a edição deste ano encerrou a programação celebrando a criatividade, a memória e a força da cultura produzida em Manguinhos.</p>
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