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	<title>Manguinhos &#8211; Manguinhos On-line</title>
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	<description>Jornalismo comunitário feito em Manguinhos</description>
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		<title>Vozes de Manguinhos #6 – Letícia Alves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vozes de Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[História e memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre memórias, pertencimento e cultura, Letícia Alves fala sobre sua trajetória e os caminhos para preservar e fortalecer as histórias de Manguinhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Memória, cultura e pertencimento atravessam a trajetória de Letícia Alves.</strong> Nascida e criada na Vila Turismo, em Manguinhos, ela é estudante de Museologia na UNIRIO, pesquisadora, escritora e atua em diferentes iniciativas ligadas à preservação e à valorização das histórias e dos saberes do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição do <em>Vozes de Manguinhos</em>, Letícia fala sobre sua relação com o lugar onde cresceu, as mudanças na forma como passou a compreender sua própria identidade e a importância de moradores e favelas participarem da construção das narrativas sobre suas histórias. Entre lembranças, afetos e experiências, ela nos convida a olhar para Manguinhos também a partir de sua memória, de sua cultura e dos conhecimentos produzidos por quem vive o território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. <strong>Conte um pouco de você e da sua história em Manguinhos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu nome é Letícia Alves, tenho 28 anos e sou nascida e criada em Manguinhos, mais especificamente da Vila Turismo. Minha família materna veio de Natal, Rio Grande do Norte, e minha mãe Adélia chegou em Manguinhos aos 9 anos com minha avó Helena e seus 6 irmãos. Com o tempo minha avó e alguns dos meus tios voltaram pro RN, mas nós continuamos aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou cursando Museologia na UNIRIO, sendo a primeira mulher da família a entrar na universidade, e no momento estou fazendo muitas coisas, e quase todas (senão todas), perpassam o território.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sou bolsista IC- Manguinhos da Fiocruz, um programa de Iniciação Científica da instituição voltada para Manguinhos. Sou orientada pela Dra. Liane, e junto dela e da equipe (que continha psicólogos, comunicadores, antropólogos, etnógrafos, e eu, graduanda em Museologia) trabalhamos na pesquisa de Modos de brincar e cuidar de crianças, na qual visava compreender como as brincadeiras podem influenciar no desenvolvimento psicomotor e social, que brincadeiras ainda se mantinha, quais saíram, como as telas está afetando o desenvolvimento e como as brincadeiras afetam as relações das crianças entre si, com os responsáveis e com o ambiente que estão inseridos. Nesta pesquisa trabalhei o conceito de divulgação científica alargada ao fazer uma exposição com os desenhos e fotos das crianças brincando, mostrando o desenvolvimento delas, as relações construídas e as visões dos pequenos sobre o trabalho realizado. Os responsáveis, os médicos e as crianças puderam ver o quanto é bom o ato de brincar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalho também no Ecomuseu de Manguinhos, que faz parte da Rede CCAP, como bolsista, para a construção de um acervo e exposição contando a relação da rede e do território. Pretendemos inaugurar a exposição ainda este ano, no final de setembro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, mas não menos importante, também sou bolsista de uma pesquisa sobre Saberes Tradicionais de Manguinhos e Maré, que está buscando entender o que é tradicional para esses territórios, que saberes devem ser preservados e valorizados. Nesses dois complexos encontramos, pescadores, quadrilheiros, erveiras, mestres de capoeira, babalorixá. Estamos na etapa de transcrição das entrevistas e o resultado deste trabalho deve ser divulgado ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, dá pra ver que sempre tô envolvida em algo kkkkkk, mas para além da carreira acadêmica, eu também sou escritora. Atualmente decidi oficialmente assinar pelo nome artístico de Letícia Alviéra (junção dos meus sobrenomes), já participei de uma coletânea de poesias, uma coletânea de contos e atualmente estou tentando vencer a procrastinação para terminar o meu primeiro romance que pretendo lançar no máximo ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. <strong>Que lembranças, cenas ou sentimentos aparecem quando você pensa em Manguinhos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde pequena sou uma pessoa mais introvertida e medrosa, quando criança brincava mais com as crianças do meu beco e não saia muito dele, então no geral não conheço muitas pessoas do território e elas também não me conhecem. Sinto que posso passar a impressão de “metida”, mas sou apenas introvertida mesmo kkkkk, mas acho que essa ideia de “metida” combinaria com o meu eu adolescente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minha relação com Manguinhos nem sempre foi boa, quando criança tive memórias boas apesar das memórias ruins de tiroteios intensos no qual demorei pra me acostumar (sendo que isso nem deveria ser algo normalizado, principalmente tão novo). Durante toda a adolescência tive a fase não querer ser associada a ideia de “favelada”, não gostava de funk, procurava não falar gírias e me vestir de forma que passasse a ideia de “favelada” pois achava que dessa forma eu conseguiria ser lida diferente por pessoas de fora… Aqueles papos besta de “meritocracia”, “não se deixou influenciar pelo ambiente que vive” e blá-blá-blá. Isso tudo caiu por terra pra mim quando com 19 anos, indo pro trabalho às 6h da manhã, e no trajeto que eu iria fazer pra ir pro ponto (ainda dentro da favela) um policial,&nbsp; a no máximo 2 metros de distância, apontou um fuzil pra minha cabeça, de mira e dedo no gatilho. Ele não falou nada, mas estava visivelmente determinado, só tinha ele e eu na rua, fiquei em choque mas dei meia volta e fui pro ponto pelo caminho mais longo enquanto o xingava mentalmente por me fazer chegar atrasada no trabalho,&nbsp; como qualquer CLT faria. Quando cheguei em casa, refleti sobre, e aí caiu a ficha de vez: estava deixando de respeitar quem sou e o meu território para não ser colocada numa caixinha “negativa”, e no final nada disso importava pois sempre seria lida dessa forma. A partir daí passei a olhar com mais afeto para Manguinhos, para os moradores e para mim. Entendi que existem diversas formas de ser favelada e cria, e que nenhuma delas é essencialmente ruim. Pra mim esse dia marcou o “Letícia, criada em Manguinhos” para hoje que considero “Letícia, cria de Manguinhos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalizando com memórias não violentas, tenho (agora que crescida) boas memórias das minhas vizinhas olhando a mim e ao meu irmão para certificar de que estávamos bem e contando pra minha mãe caso nós fizéssemos besteira. As festas juninas na rua do 20. Uma senhorinha (que até hoje não sei o nome) me contando sua história de vida triste e resiliente pra mim na rua do mais completo nada. Tia Nicinha implicando com todo mundo que passava (que Deus a tenha). Eu indo perturbar minha avó (que Deus a tenha também) que fofocava animadamente com as vizinhas no beco. A feira de domingo enorme que tinha na rua do 20 e na estrada de Manguinhos. Acompanhando minha mãe nas aulas da EJA que tinha na Rede CCAP. A diversidade de sons e músicas em cada ponto da favela (e como elas contam o clima do morador e até do território). E por último uma memória saudosista de cinéfila que até hoje não superou o fim da locadora que tinha na Estrada e que até hoje se lembra do cheiro e de andar atrás dos filmes que queria ver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. <strong>Pela sua vivência, o que em Manguinhos precisa ser mais reconhecido, cuidado ou valorizado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa pesquisa de Saberes Tradicionais que faço parte, ficou mais evidente para mim o quanto perdemos pessoas e práticas culturais importantes de Manguinhos. É normal, principalmente em favelas que são vivas e estão em constante mudança, que se perca, surjam novas, ou se questione o que é tradicional desses territórios. Em Manguinhos não conseguimos mais achar pessoas que foram benzedeiras, parteiras, rezadeiras e erveiras, que são práticas tradicionais muito ligadas ao cuidado comunitário e que são figuras importantes em muitas favelas, infelizmente na pesquisa vimos que essa falta não é exclusiva de Manguinhos e perpassa por diversos fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu desejo é que Manguinhos vire uma efervescência cultural. Quero que nós venhamos valorizar os nossos mais velhos, as pessoas que as profissões estão se perdendo, e que reflitamos sobre resgatar e iniciar novas práticas culturais. Acho que Manguinhos só tem a prosperar em todos os sentidos se abraçar e valorizar essa ideia de ponto cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. <strong>Como a sua vivência em Manguinhos influencia a sua atuação?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já pensei em muitas profissões até escolher de vez a Museologia, sempre pensei em profissões de cuidado social, até que entendi que existem diversas formas de cuidados e que Museologia poderia ser uma forma de cuidado meu com o meu território. Manguinhos é o principal motivo de eu acreditar na Museologia social, de trazer a luz e valorizar memórias e narrativas de sujeitos e povos menosprezados historicamente, e de que museus podem e devem ser espaços diversos, inclusivos e políticos. As favelas devem ter um museu pra ter autonomia em suas histórias, mas também conseguir acessar e se ver cada vez mais como protagonistas nesses espaços culturais tradicionais (centros de memórias, museus e etc)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Museus são ferramentas de poder, eles são lugares de memória e de esquecimento, de vitória e de derrotas de narrativas, e é importante que as favelas e periferias participem, questionem e se façam presente nesses espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como Manguinhense e futura Museóloga, fico feliz de valorizar a cultura, a memória e preservar objetos e histórias para as futuras gerações, e que pela minha origem favelada, sei que serei uma profissional muito mais sensível, empática e comprometida em valorizar, histórias,&nbsp; pessoas e lugares constantemente inferiorizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. <strong>Que Manguinhos você gostaria de ver no futuro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desculpa, acho que já falei o meu maior desejo pro futuro do território na pergunta 3 kkkkkkk.</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. <strong>Que mensagem você deixaria para as pessoas que vivem e constroem Manguinhos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho que torço para que o Complexo de Manguinhos se veja realmente como um complexo e interaja cada vez mais entre si e não somente como Vila Turismo, Mandela, Varginha e etc. Só vamos conseguir ampliar nossa força e luta quando nos reconhecermos como unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também desejo que a gente seja cada vez mais empático para além da solidariedade do sofrimento (da limpeza das enchentes, das perdas em tiroteios, remoções de casas, das doenças), quero que sempre tenha conversas entre vizinhos, crianças brincando tranquilas nas ruas, e que festejemos juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre o futuro, Letícia aponta para um Manguinhos que reconheça e preserve suas memórias sem deixar de construir novas histórias. Um território que valorize seus mais velhos, seus saberes e suas práticas culturais, mas que também fortaleça os vínculos entre as diferentes comunidades que formam o Complexo de Manguinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu desejo é que essa união não apareça somente diante das dificuldades. Que Manguinhos também se encontre na vida cotidiana: nas conversas entre vizinhos, nas crianças brincando nas ruas, na cultura, nas celebrações e nos momentos compartilhados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, fica uma provocação que atravessa toda a entrevista: <strong>reconhecer Manguinhos como uma história construída por muitas histórias, e fortalecer os caminhos para que quem vive o território também possa preservar, contar e disputar a memória sobre ele.</strong></p>
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		<title>Estrada de Manguinhos recebe novo asfaltamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Obra começou nesta semana, mas moradores questionam a falta de informações sobre drenagem e planejamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma obra de asfaltamento começou nesta semana em um trecho da Estrada de Manguinhos. Máquinas e trabalhadores foram vistos aplicando uma nova camada de asfalto na via.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intervenção, no entanto, levantou dúvidas entre moradores sobre o planejamento da obra. Uma das principais preocupações é se o material e o sistema de drenagem serão suficientes para evitar o acúmulo de água durante as chuvas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manguinhos possui histórico de alagamentos e poucas áreas arborizadas. Por isso, moradores defendem que obras no território considerem também questões como drenagem, calor e segurança para quem circula pela região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o prazo, o custo ou a extensão da obra.</p>
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		<title>Vendaval deixa localidades de Manguinhos horas sem luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Energia foi restabelecida durante a madrugada após apagão que atingiu diferentes pontos do Rio de Janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Localidades de Manguinhos ficaram horas sem energia elétrica após o forte vendaval que atingiu o Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira (29). O fornecimento foi restabelecido durante a madrugada desta quinta-feira (30).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo apuração do Manguinhos On-line, em pontos do território a energia voltou entre meia-noite e 1h da manhã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de luz ocorreu em meio a um apagão que atingiu diferentes regiões do Rio. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os fortes ventos provocaram ocorrências nas redes de transmissão e distribuição de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às 16h38, houve o desligamento da Subestação Grajaú, que atende o Centro, a Zona Sul e parte da Zona Norte. A Axia Energia informou que um curto-circuito provocado pela ventania afetou sistemas de proteção de duas linhas da instalação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Light informou que a ocorrência de grande porte teve origem fora do sistema da distribuidora. Os fortes ventos também provocaram danos na rede elétrica, com quedas de árvores e objetos sobre a fiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a tarde, rajadas de vento ultrapassaram os 100 km/h em pontos da cidade. A ventania também derrubou árvores e provocou transtornos nos transportes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã desta quinta-feira, o fornecimento de energia já estava restabelecido nos pontos de Manguinhos acompanhados pelo Manguinhos On-line.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Trabalha Rio oferece vagas de emprego em Manguinhos nesta terça (28)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manguinhos On-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalho e renda]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação gratuita acontece das 9h às 14h, na Travessa Kindia, e oferece cadastro para oportunidades de trabalho e encaminhamento para vagas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem está procurando emprego pode buscar atendimento gratuito nesta terça-feira (28) em Manguinhos. O programa Trabalha Rio, da Prefeitura do Rio, estará no território das 9h às 14h, no Varandão do Chopp, localizado na Travessa Kindia, 58.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a ação, moradores poderão cadastrar o currículo na plataforma Oportunidades Cariocas e receber encaminhamento para vagas oferecidas por empresas parceiras, de acordo com o perfil profissional de cada candidato.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que levar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para receber atendimento, é necessário apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>documento de identidade;</li>



<li>CPF;</li>



<li>Carteira de Trabalho;</li>



<li>número do PIS;</li>



<li>currículo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quem não puder comparecer presencialmente também pode fazer o cadastro pela plataforma <a href="https://pref.rio/servicos/trabalho" target="_blank" rel="noopener">Oportunidades Cariocas</a>, da Prefeitura do Rio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Serviço</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trabalha Rio em Manguinhos</strong><br><strong>Data:</strong> terça-feira, 28 de julho<br><strong>Horário:</strong> das 9h às 14h<br><strong>Local:</strong> Varandão do Chopp<br><strong>Endereço:</strong> Travessa Kindia, 58 — Manguinhos<br><strong>Atendimento:</strong> gratuito</p>



<p class="wp-block-paragraph">A passagem por Manguinhos faz parte da programação itinerante do Trabalha Rio entre os dias 27 de julho e 1º de agosto. Além do território, a iniciativa passa por Recreio, Taquara, Inhoaíba e Santa Cruz.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><strong>Aviso:</strong> As informações sobre esta ação foram divulgadas pela Prefeitura do Rio. O Manguinhos On-line atua apenas na divulgação e não é responsável pela organização, realização ou atendimento no local. Horários, disponibilidade de vagas e demais informações podem sofrer alterações por parte dos responsáveis pela iniciativa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Falta de água em Manguinhos: veja o que muda na segunda (27)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Útilidade pública]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento de água]]></category>
		<category><![CDATA[Águas do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Serviço programado começa às 7h e também afetará outros bairros da Zona Norte. A concessionária orienta moradores a reservarem água para atividades essenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os moradores de <strong>Manguinhos</strong> devem se preparar para uma <strong>interrupção temporária no abastecimento de água</strong> na próxima <strong>segunda-feira (27)</strong>. A <strong>Águas do Rio</strong> realizará uma manutenção programada em uma rede de grande porte, com início às <strong>7h</strong>, na Rua São Daniel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Manguinhos, o serviço também poderá afetar o fornecimento de água em <strong>Del Castilho, Engenho da Rainha, Higienópolis, Inhaúma, Jacaré, Jacarezinho e Maria da Graça</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a concessionária, o abastecimento será restabelecido de forma gradativa após a conclusão da manutenção. Em algumas localidades, especialmente nas áreas mais elevadas e nas extremidades da rede, a normalização poderá levar mais tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Águas do Rio recomenda que os moradores <strong>reservem água com antecedência para atividades essenciais</strong> e utilizem o recurso de forma consciente até que o abastecimento seja totalmente normalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://aguasdorio.com.br/manguinhos-e-arredores/" target="_blank" rel="noopener">Águas do Rio</a>.</p>
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		<item>
		<title>PAC Manguinhos recebe seletiva nacional de dança funk nesta sexta-feira (24)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manguinhos On-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[Competição da Disputa Nervosa reúne dançarinos no território e garante ao vencedor uma vaga na final nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>PAC Manguinhos</strong> será palco, nesta sexta-feira (24), de uma das seletivas da <strong>Disputa Nervosa</strong>, competição de dança funk que percorre diferentes cidades em busca de novos talentos. O vencedor da etapa conquistará <strong>uma vaga na final nacional</strong> do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A disputa reúne dançarinos de diferentes estilos dentro do universo do funk e tem como proposta valorizar <strong>a cultura das batalhas, da performance e da expressão artística</strong>, oferecendo visibilidade a novos nomes da cena. Além da competição, o evento costuma reunir público, produtores culturais e artistas ligados ao movimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realização de uma etapa em <strong>Manguinhos</strong> reforça o território como espaço de produção cultural e de incentivo às manifestações das favelas. O <strong>funk</strong>, reconhecido como uma das principais expressões culturais urbanas do país, movimenta milhares de jovens e se consolida como ferramenta de <strong>identidade, lazer e oportunidades</strong> para artistas independentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os organizadores divulgaram <strong>as regras de participação, horários e demais informações</strong> por meio do <a href="https://www.instagram.com/disputanervosa/" target="_blank" rel="noopener">perfil oficial da <strong>Disputa Nervosa</strong> no Instagram</a>. Interessados em competir ou acompanhar o evento podem conferir os detalhes diretamente na página do projeto.</p>
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		<title>Ação contra a dengue acontece em Manguinhos nesta quarta-feira (22)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[1746]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
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		<category><![CDATA[Prefeitura do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Municipal de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipes da Vigilância em Saúde farão vistorias em imóveis e orientarão moradores sobre a prevenção ao mosquito Aedes aegypti.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Manguinhos está entre os bairros que receberão, nesta quarta-feira (22), uma ação da Secretaria Municipal de Saúde voltada ao combate às arboviroses, grupo de doenças que inclui dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a programação semanal da Vigilância em Saúde e busca reduzir a presença do mosquito <em>Aedes aegypti</em> antes que novos casos aumentem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a ação, agentes realizarão <strong>vistorias em imóveis</strong> para identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito, além de orientar moradores sobre os principais cuidados para evitar água parada em residências, quintais e áreas comuns. A Prefeitura não informou quais ruas serão atendidas, apenas que Manguinhos faz parte da programação desta quarta-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o trabalho dos agentes seja importante, a Secretaria Municipal de Saúde destaca que <strong>a maior parte dos focos do mosquito costuma ser encontrada dentro dos próprios imóveis</strong>, em locais como caixas-d&#8217;água destampadas, vasos de plantas, baldes, garrafas, calhas e recipientes que acumulam água da chuva. Por isso, a participação dos moradores é considerada fundamental para interromper o ciclo de reprodução do <em>Aedes aegypti</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a <a href="https://prefeitura.rio/cidade/mais-uma-semana-com-acoes-de-prevencao-as-arboviroses-2/" data-type="link" data-id="https://prefeitura.rio/cidade/mais-uma-semana-com-acoes-de-prevencao-as-arboviroses-2/" target="_blank" rel="noopener">Prefeitura do Rio</a>, mais de <strong>6,3 milhões de imóveis</strong> já foram vistoriados na cidade neste ano, resultando na eliminação ou tratamento de <strong>mais de 886 mil possíveis criadouros</strong> do mosquito. A expectativa é que as ações contínuas reduzam o risco de transmissão das arboviroses, especialmente nos períodos de maior circulação do vetor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moradores que identificarem possíveis focos do mosquito podem solicitar uma vistoria ou registrar uma ocorrência pela Central 1746.</p>
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		<title>Novas cores dos ônibus do Rio indicam regiões atendidas pelo Sistema Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Samuel Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos On-line]]></category>
		<category><![CDATA[Novas cores]]></category>
		<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Padronização]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte público]]></category>
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					<description><![CDATA[Padronização faz parte da reformulação do transporte municipal e prevê melhorias como monitoramento em tempo real, ar-condicionado e veículos mais acessíveis até 2028.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem circula pelas ruas do Rio de Janeiro já deve ter reparado que os novos ônibus estão ganhando uma identidade visual diferente. Além do tradicional amarelo, os veículos agora recebem faixas coloridas que identificam a região da cidade onde operam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança faz parte do Sistema Rio, projeto da Prefeitura que busca reorganizar e modernizar o transporte por ônibus no município. A implantação começou no fim do ano passado e a previsão é que todo o sistema esteja em funcionamento até 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada cor representa uma região da cidade:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Roxo: Santa Cruz</li>



<li>Laranja: Campo Grande e Guaratiba</li>



<li>Marrom: Bangu e Realengo</li>



<li>Azul claro: Barra da Tijuca</li>



<li>Rosa: Jacarepaguá</li>



<li>Verde: Anchieta, Grande Madureira e Grande Méier</li>



<li>Azul escuro: Pavuna e Zona da Leopoldina</li>



<li>Vermelho: Ilha do Governador</li>



<li>Cinza: Grande Tijuca, Centro e Zona Sul</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além da nova identidade visual, o Sistema Rio também prevê uma série de melhorias na operação dos coletivos, entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoramento dos ônibus em tempo real;</li>



<li>Ar-condicionado obrigatório em toda a frota;</li>



<li>Veículos mais acessíveis, com piso baixo em parte dos ônibus;</li>



<li>Reorganização do sistema de transporte municipal.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa não é a primeira tentativa de padronização da frota municipal. Em 2010, a cidade adotou um modelo semelhante, conhecido popularmente como &#8220;caixinhas de remédio&#8221;. Agora, a expectativa é que as mudanças tragam mais organização e qualidade ao transporte público carioca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Manguinhos On-line completa um ano e lança novo site com identidade visual renovada</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/manguinhosonline-com-br-manguinhos-online-completa-1-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manguinhos On-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[História e memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação popular]]></category>
		<category><![CDATA[Favela]]></category>
		<category><![CDATA[identidade visual]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos On-line]]></category>
		<category><![CDATA[memória de Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[novo site]]></category>
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					<description><![CDATA[Jornal comunitário criado por moradores celebra a trajetória iniciada em 2024 e amplia a cobertura de notícias, cultura, memória e oportunidades no território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Manguinhos On-line completou, nesta terça-feira (14), um ano desde seu lançamento público. Para marcar a data, o jornal comunitário apresentou uma nova identidade visual e colocou no ar um novo site, criado para reunir notícias, cultura, memória, oportunidades e informações de interesse dos moradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comemoração representa o primeiro ano de atuação pública do projeto, mas a história do coletivo começou antes da primeira publicação nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As conversas iniciais surgiram em junho de 2024, quando moradores e ativistas começaram a discutir a criação de uma nova frente de comunicação para Manguinhos. A iniciativa nasceu da necessidade de construir uma comunicação feita a partir do território, com a linguagem, os olhares e as experiências de quem vive diariamente na comunidade.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Um ano de preparação antes do lançamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de criar uma página e começar imediatamente a publicar, o grupo decidiu dedicar quase um ano à preparação do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre agosto de 2024 e julho de 2025, os integrantes priorizaram a formação interna, a troca de conhecimentos e o fortalecimento dos vínculos com o território. Durante esse período, participaram de eventos, acompanharam debates, conversaram com moradores e buscaram compreender as pautas, as urgências e as potencialidades de Manguinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha foi resumida pelo coletivo em uma frase: <strong>“Primeiro escutar, depois comunicar.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta era evitar que o Manguinhos On-line se tornasse apenas mais uma página em busca de alcance nas redes sociais. Antes de publicar, o grupo buscou construir uma identidade própria e uma relação de confiança com as pessoas que vivem no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento público aconteceu em 14 de julho de 2025, data escolhida por coincidir com o Dia da Liberdade de Pensamento. Naquele momento, os princípios discutidos durante o período de preparação começaram a se transformar em reportagens, entrevistas, coberturas e conteúdos de prestação de serviço.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Comunicação feita por quem vive Manguinhos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início, o objetivo não foi apenas apresentar uma imagem “positiva” da favela. A proposta é ampliar o que pode ser considerado notícia e mostrar Manguinhos em toda a sua complexidade, incluindo seus problemas, reivindicações, memórias, iniciativas culturais e formas de organização comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Manguinhos deve ser narrado por quem conhece, vive e constrói o território”</strong>, afirma o coletivo em sua apresentação institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante operações policiais, por exemplo, a cobertura busca mostrar os efeitos da violência sobre a rotina dos moradores, como a interrupção das aulas, o fechamento de unidades de saúde e o impacto sobre crianças, trabalhadores e famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o jornal procura não limitar a comunidade às notícias sobre violência. Festas, projetos culturais, histórias de moradores, iniciativas sociais, oportunidades e conquistas da juventude também fazem parte da cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo, o morador não aparece apenas como personagem de uma notícia. Ele é reconhecido como parte da construção das pautas, das histórias e dos sentidos produzidos pelo projeto.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Decisões construídas coletivamente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Manguinhos On-line também adotou uma forma horizontal de organização. O coletivo não possui editor-chefe nem uma única pessoa responsável por definir os rumos do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pautas, coberturas, formatos e decisões são discutidos em conjunto, com responsabilidades compartilhadas entre os integrantes. Da escolha do tema até a publicação, as diferentes etapas passam pelo debate coletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura busca evitar a concentração das decisões e transformar o próprio trabalho de comunicação em um espaço de aprendizado, no qual todos podem propor, ensinar e aprender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo costuma começar nas conversas, nos acontecimentos, nas demandas e nas potencialidades do território. Depois, o coletivo discute a pauta, o olhar e a abordagem que serão adotados. Em seguida, vêm a apuração, as entrevistas, os registros, a escrita e a edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a publicação, os comentários, relatos e sugestões dos moradores ajudam a abrir novas conversas e podem gerar outras pautas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“A comunicação não termina na publicação”</strong>, destaca o grupo.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Novo site amplia atuação do projeto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro aniversário também marca uma nova etapa do Manguinhos On-line. Com a nova identidade visual, o projeto passa a utilizar uma marca em azul e branco, com um traço inspirado nas casas e na paisagem urbana do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o novo site amplia o espaço disponível para organizar e aprofundar os conteúdos. Além das notícias, a plataforma reúne informações sobre cultura, memória, oportunidades, agenda, entrevistas e outros formatos produzidos pelo coletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criação de um espaço próprio também permite preservar as reportagens e construir um acervo sobre o cotidiano de Manguinhos, sem depender exclusivamente da circulação das publicações nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do primeiro ano, o retorno dos moradores tornou-se uma das principais formas de avaliar o trabalho. Para o coletivo, comentários de pessoas que se reconhecem nas histórias publicadas possuem um significado que vai além dos números de curtidas, visualizações ou compartilhamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta para os próximos anos é continuar ampliando a participação da comunidade e fortalecendo uma comunicação comprometida com os direitos, a memória, a cultura e a vida cotidiana do território.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>“Feito com o território, para o território e junto com quem vive nele.”</strong><br></p>
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		<title>Arraiá A Roça é Nossa reúne quadrilhas e celebra a cultura em Manguinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arraiá A Roça é Nossa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Junina]]></category>
		<category><![CDATA[forró]]></category>
		<category><![CDATA[Quadra Unidos de Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[quadrilhas juninas]]></category>
		<category><![CDATA[Sinopec]]></category>
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					<description><![CDATA[Festival realizado na Quadra Unidos de Manguinhos teve apresentações de quadrilhas, forró, dança e tradições juninas; veja as fotos do evento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Festival Arraiá A Roça é Nossa reuniu moradores, artistas e grupos de quadrilha no último sábado e domingo (11 e 12), em Manguinhos, na Zona Norte do Rio. Durante os dois dias de programação, o público acompanhou apresentações de dança, forró e outras manifestações ligadas às tradições juninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelo Ballet Manguinhos, o festival ocupou a Quadra Unidos de Manguinhos com figurinos coloridos, coreografias e apresentações de grupos convidados. Crianças, jovens e adultos participaram da celebração, que atravessou diferentes gerações e valorizou a cultura popular brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do caráter festivo, o encontro deu visibilidade ao trabalho de quadrilheiros, dançarinos e projetos culturais que atuam na preservação e na renovação das tradições juninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realização do evento dentro do território também reforçou a importância dos espaços culturais e comunitários de Manguinhos. Iniciativas como o festival ampliam o acesso dos moradores à arte, fortalecem vínculos entre diferentes grupos e incentivam a produção cultural local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Arraiá A Roça é Nossa teve patrocínio direto da Sinopec e apoio de diferentes parceiros. O público pode <a href="https://www.instagram.com/p/DasZdyfHEMZ/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener"><strong>conferir as fotos da celebração</strong></a> no Instagram do Manguinhos On-line.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com música, dança e participação popular, a edição deste ano encerrou a programação celebrando a criatividade, a memória e a força da cultura produzida em Manguinhos.</p>
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