<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Política &#8211; Manguinhos On-line</title>
	<atom:link href="https://manguinhosonline.com.br/category/politica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://manguinhosonline.com.br</link>
	<description>Jornalismo comunitário feito em Manguinhos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 08:59:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>
	<item>
		<title>Por que alguns políticos são chamados de esquerda, direita ou centro?</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/por-que-alguns-politicos-sao-chamados-de-esquerda-direita-ou-centro/</link>
					<comments>https://manguinhosonline.com.br/por-que-alguns-politicos-sao-chamados-de-esquerda-direita-ou-centro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manguinhos On-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 22:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos On-line explica]]></category>
		<category><![CDATA[Centro político]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação política]]></category>
		<category><![CDATA[Esquerda e direita]]></category>
		<category><![CDATA[Política brasileira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://manguinhosonline.com.br/?p=1506</guid>

					<description><![CDATA[Esses termos aparecem em eleições, debates e nas redes sociais. Mas afinal, o que eles realmente significam?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Por que essas palavras aparecem tanto?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É comum ouvir que um candidato é &#8220;de esquerda&#8221;, &#8220;de direita&#8221; ou &#8220;de centro&#8221;. Mas, muitas vezes, esses termos são usados como ofensa ou elogio, sem explicar o que realmente significam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, eles servem para identificar diferentes formas de pensar temas como saúde, educação, segurança, economia, impostos e direitos sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não quer dizer que todos os políticos de um mesmo grupo defendam exatamente as mesmas ideias. A política é muito mais complexa do que três rótulos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De onde surgiram esquerda e direita?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os termos nasceram durante a Revolução Francesa, no fim do século XVIII.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Assembleia Nacional, quem defendia mudanças profundas na sociedade costumava se sentar à esquerda do presidente da sessão. Já aqueles que queriam preservar a ordem existente ficavam à direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, essas posições passaram a representar diferentes maneiras de enxergar a política, e os nomes continuam sendo usados até hoje.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que defende a esquerda?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma geral, partidos e políticos de esquerda entendem que o Estado deve ter um papel importante na redução das desigualdades sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, costumam defender investimentos em áreas como saúde pública, educação, moradia, assistência social e programas de distribuição de renda. Também é comum que apoiem políticas voltadas para direitos trabalhistas e combate às desigualdades raciais e de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que toda pessoa de esquerda pense igual. Existem correntes mais moderadas e outras que defendem mudanças mais profundas na sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que defende a direita?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A direita costuma defender uma participação menor do Estado na economia e maior liberdade para empresas e empreendedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, seus representantes acreditam que reduzir impostos, incentivar a iniciativa privada e diminuir a burocracia pode estimular o crescimento econômico e a geração de empregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é comum encontrar na direita uma defesa mais forte de temas como segurança pública, propriedade privada e valores considerados conservadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como acontece na esquerda, existem diferentes correntes dentro da direita, que nem sempre concordam entre si.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E o centro?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O centro reúne políticos e partidos que procuram equilibrar propostas dos dois lados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, podem defender programas sociais ao mesmo tempo em que apoiam responsabilidade fiscal ou medidas favoráveis ao mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, muitos partidos de centro costumam fazer alianças tanto com governos de esquerda quanto de direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que <strong>centro</strong> e <strong>centrão</strong> não são a mesma coisa. O centrão é um grupo de partidos que atua principalmente por meio de negociações políticas no Congresso Nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Então quem está certo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma resposta única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As diferentes posições políticas surgem porque as pessoas têm visões diferentes sobre como resolver os problemas do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto alguns acreditam que o Estado deve investir mais em políticas públicas, outros defendem que a iniciativa privada pode oferecer soluções mais eficientes para parte desses desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais importante do que decorar rótulos é conhecer as propostas de cada candidato e avaliar como elas podem impactar a vida da população.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que isso tem a ver com Manguinhos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um governo decide investir mais (ou menos) em saúde, educação, saneamento, transporte, cultura ou segurança, essas escolhas chegam aos bairros e comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender o que significa esquerda, direita e centro ajuda a interpretar promessas de campanha, acompanhar notícias e cobrar políticas públicas que realmente façam diferença no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, política não acontece apenas em Brasília. Ela também acontece na escola do bairro, na clínica da família, na obra que nunca termina e nas decisões que afetam o dia a dia de quem vive em Manguinhos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://manguinhosonline.com.br/por-que-alguns-politicos-sao-chamados-de-esquerda-direita-ou-centro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é democracia? Entenda o significado e por que ela importa</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/o-que-e-democracia/</link>
					<comments>https://manguinhosonline.com.br/o-que-e-democracia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manguinhos On-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos On-line explica]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Educação política]]></category>
		<category><![CDATA[Participação popular]]></category>
		<category><![CDATA[Política brasileira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://manguinhosonline.com.br/?p=1517</guid>

					<description><![CDATA[Entenda o que é democracia, por que ela vai além do voto e como participação popular, direitos e informação afetam a vida em Manguinhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que é democracia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Democracia é uma forma de organização política em que o poder não pertence a uma única pessoa, família, grupo econômico ou força armada. Em uma democracia, o poder deve vir da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, essa ideia aparece logo no início da Constituição Federal de 1988. O texto diz que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que a população participa da política de duas formas principais: escolhendo representantes, como presidente, governador, prefeito, deputados e vereadores; e participando diretamente de decisões públicas por meio de instrumentos como plebiscitos, referendos, iniciativas populares, audiências públicas, conselhos e consultas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, democracia não é só apertar um botão na urna. A eleição é uma parte central do processo, mas não resume tudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Democracia é só votar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O voto é uma das ferramentas mais importantes da democracia, porque permite trocar governos sem guerra, sem golpe e sem violência. Mas uma democracia forte precisa funcionar também entre uma eleição e outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois que o político é eleito, a população continua tendo o direito de acompanhar, criticar, cobrar e fiscalizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo: quando moradores cobram uma obra de saneamento, questionam a falta de médicos em uma unidade de saúde, denunciam uma escola sem estrutura ou participam de uma audiência pública sobre transporte, isso também é exercício democrático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A democracia não acontece apenas em Brasília. Ela aparece nas decisões que afetam a rotina da cidade, do bairro e da comunidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais direitos fazem parte de uma democracia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma democracia depende de direitos básicos. Entre eles estão o direito de votar, de se candidatar, de se manifestar, de criticar governantes, de acessar informação pública, de participar de debates e de ser tratado com igualdade pela lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também fazem parte da democracia direitos sociais, como saúde, educação, moradia, trabalho, transporte, cultura e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque não existe participação plena quando parte da população vive sem condições mínimas de dignidade. Uma pessoa que não tem acesso à escola, internet, transporte, documentação, segurança alimentar ou serviços públicos enfrenta muito mais dificuldade para participar da vida política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, democracia não é apenas uma regra eleitoral. Ela também depende de cidadania.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a população pode participar além do voto?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem várias formas de participação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Senado Federal, por exemplo, o portal e-Cidadania permite que cidadãos proponham ideias legislativas, participem de eventos interativos e opinem sobre projetos de lei em consulta pública. O próprio portal informa que uma ideia legislativa precisa alcançar <strong>20 mil apoios</strong> para avançar no processo de análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Câmara dos Deputados, há debates interativos em que cidadãos podem enviar perguntas e votar nas perguntas de outras pessoas. As mais votadas têm mais chance de serem lidas durante audiências públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas ferramentas não substituem a mobilização no território, mas mostram que participação política não se limita ao dia da eleição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é possível participar de reuniões comunitárias, conselhos de saúde, conselhos escolares, audiências públicas, abaixo-assinados, coletivos locais, associações de moradores e iniciativas de comunicação comunitária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que ameaça a democracia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A democracia pode ser ameaçada de várias formas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma delas é a tentativa de impedir ou desrespeitar o resultado das eleições. Outra é atacar instituições sem provas, espalhar mentiras sobre o sistema eleitoral, perseguir jornalistas, criminalizar movimentos sociais ou tratar adversários políticos como inimigos que devem ser eliminados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desinformação também é um problema sério. Um estudo sobre as eleições brasileiras de 2022 analisou conteúdos falsos e enganosos circulando em plataformas como WhatsApp, Twitter/X e Kwai, mostrando como diferentes redes podem espalhar alegações políticas falsas em formatos variados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a população decide com base em mentira, medo ou manipulação, a democracia fica mais fraca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, informação confiável também é parte da vida democrática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a democracia importa no dia a dia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Porque decisões políticas mudam a vida concreta das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a política que define quanto será investido em saúde, educação, assistência social, segurança, cultura, saneamento, transporte e habitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma Clínica da Família funciona mal, quando uma escola está sem estrutura, quando uma obra de drenagem não sai do papel ou quando uma comunidade sofre com enchentes recorrentes, essas situações têm relação com decisões públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A democracia permite que a população cobre respostas, pressione autoridades e dispute prioridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem democracia, a população perde o direito de questionar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que isso tem a ver com Manguinhos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Tem tudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Manguinhos, democracia não pode ser entendida apenas como uma palavra distante, usada em discursos oficiais. Ela aparece na possibilidade de os moradores cobrarem melhores serviços públicos, denunciarem violações de direitos e participarem das decisões que afetam o território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma comunidade reivindica saneamento, iluminação, cultura, segurança com respeito à vida, atendimento de saúde, educação de qualidade ou transporte digno, ela está exercendo cidadania.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Democracia é poder dizer: “essa decisão também afeta a nossa vida, então a nossa voz precisa ser ouvida”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para territórios historicamente deixados em segundo plano, participação popular não é detalhe. É uma forma de disputar existência, orçamento e respeito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O que significa democracia?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Democracia é um sistema político em que o poder deve vir do povo, por meio do voto, da participação popular e do respeito aos direitos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Democracia é só eleição?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A eleição é fundamental, mas democracia também envolve liberdade de expressão, fiscalização do governo, acesso à informação, direitos sociais e participação cidadã.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é participação popular?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É quando a população participa das decisões públicas, seja votando, cobrando representantes, indo a audiências, entrando em conselhos, propondo ideias ou se organizando coletivamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que a democracia é importante?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Porque ela permite que a população escolha representantes, critique governos, cobre políticas públicas e defenda direitos sem medo de perseguição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Democracia também é ser ouvido</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Democracia não é perfeita. Ela pode ser lenta, cheia de conflitos e disputas. Mas é justamente nela que a população tem o direito de falar, votar, discordar, cobrar e participar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando esse direito é enfraquecido, quem mais sofre são os grupos que já têm menos poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, defender a democracia não é defender político A ou B. É defender o direito da população de participar das decisões que afetam sua própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Manguinhos, democracia também significa transformar problemas do território em pauta pública, e garantir que quem vive a realidade da comunidade tenha voz nas soluções.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://manguinhosonline.com.br/o-que-e-democracia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pix na mira dos EUA: entenda o que isso tem a ver com você</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/pix-na-mira-dos-eua-entenda-o-que-isso-tem-a-ver-com-voce/</link>
					<comments>https://manguinhosonline.com.br/pix-na-mira-dos-eua-entenda-o-que-isso-tem-a-ver-com-voce/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 20:13:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos On-line explica]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[economia popular]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://manguinhosonline.com.br/?p=1362</guid>

					<description><![CDATA[Sistema brasileiro de pagamentos virou tema de disputa internacional; para quem trabalha, vende, faz bico ou depende de transferência rápida, a discussão pode chegar direto no bolso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="971" data-end="1178">O Pix faz parte da vida de muita gente. Hoje, ele é usado para receber salário, fazer bico, vender no comércio, pagar uma conta, mandar dinheiro para a família, dividir uma compra ou resolver uma emergência.</p>
<p data-start="1180" data-end="1381">Mas, nos últimos meses, o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos passou a aparecer também em uma disputa internacional envolvendo <strong data-start="1317" data-end="1380">Brasil, Estados Unidos, governo Trump e a família Bolsonaro</strong>.</p>
<p data-start="1383" data-end="1629">O assunto parece distante, mas não é. Quando se fala em mexer no Pix, se fala em uma ferramenta usada por trabalhadores, pequenos comerciantes, ambulantes, diaristas, entregadores, MEIs e moradores que dependem de pagamentos rápidos no dia a dia.</p>
<h2 data-section-id="1pekzsc" data-start="1631" data-end="1647">O que é o Pix</h2>
<p data-start="1649" data-end="1874">O Pix é um sistema de pagamento instantâneo criado e operado pelo Banco Central do Brasil. Ele permite transferências e pagamentos em poucos segundos, todos os dias da semana, inclusive à noite, aos fins de semana e feriados.</p>
<p data-start="1876" data-end="2135">Desde que foi lançado, o Pix se tornou uma das principais formas de pagamento no país. O sistema alcançou mais de <strong data-start="1990" data-end="2017">170 milhões de usuários</strong> e passou a fazer parte da rotina de compras, vendas e transferências no Brasil.</p>
<p data-start="2137" data-end="2357">Na prática, o Pix reduziu a dependência de dinheiro físico, boleto, TED, DOC, cartão e maquininha. Para muita gente, isso significa pagar menos tarifa, receber mais rápido e não depender tanto de intermediários privados.</p>
<h2 data-section-id="1i2dn7a" data-start="2359" data-end="2413">Por que os Estados Unidos estão olhando para o Pix?</h2>
<p data-start="2415" data-end="2679">O governo dos Estados Unidos abriu uma investigação contra práticas comerciais do Brasil. A investigação foi feita com base na chamada <strong data-start="2550" data-end="2563">Seção 301</strong>, instrumento usado pelo governo norte-americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio dos EUA.</p>
<p data-start="2681" data-end="3029">Entre os pontos citados pela investigação estão <strong data-start="2729" data-end="2749">comércio digital</strong> e <strong data-start="2752" data-end="2788">serviços de pagamento eletrônico</strong>. Segundo a Reuters, o representante comercial dos EUA afirmou que a apuração buscava avaliar se políticas brasileiras eram “irrazoáveis ou discriminatórias” e se prejudicavam o comércio norte-americano.</p>
<p data-start="3031" data-end="3240">Embora o Pix não seja o único tema da disputa, ele aparece no centro do debate porque é um sistema público brasileiro que cresceu muito rápido e passou a competir, na prática, com formas privadas de pagamento.</p>
<h2 data-section-id="h0op14" data-start="3242" data-end="3285">Por que isso incomoda empresas privadas?</h2>
<p data-start="3287" data-end="3422">O Pix é forte porque é simples. Uma pessoa pode pagar ou receber sem precisar de maquininha, sem cartão e, em muitos casos, sem tarifa.</p>
<p data-start="3424" data-end="3562">Isso muda o jogo para empresas que ganham dinheiro com taxas sobre pagamentos, cartões, bandeiras, maquininhas e intermediação financeira.</p>
<p data-start="3564" data-end="3773">Quando um ambulante, um pequeno comerciante ou uma diarista recebe por Pix, muitas vezes não precisa pagar as mesmas taxas que pagaria em outros meios de pagamento. Para quem recebe pouco, essa diferença pesa.</p>
<p data-start="3775" data-end="3894">Por isso, a disputa não é apenas tecnológica. Ela também é econômica. O Pix mexe com dinheiro, com mercado e com poder.</p>
<h2 data-section-id="xwcsqn" data-start="3896" data-end="3929">Onde entram Trump e Bolsonaro?</h2>
<p data-start="3931" data-end="4213">A disputa também ganhou contornos políticos. Em 2025, Donald Trump ameaçou impor tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. Segundo a Reuters, Trump vinculou a tarifa ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe.</p>
<p data-start="4215" data-end="4556">Em 2026, o governo Trump voltou a propor tarifa punitiva contra importações brasileiras, desta vez de 25%, dentro da mesma investigação comercial. A medida citava temas como serviços de pagamento eletrônico, comércio digital, propriedade intelectual, tarifas preferenciais e acesso ao mercado de etanol.</p>
<p data-start="4558" data-end="4747">Na prática, o Pix entrou em uma disputa maior, que mistura interesses econômicos dos Estados Unidos, política externa, comércio internacional e a relação entre o trumpismo e o bolsonarismo.</p>
<h2 data-section-id="spucw2" data-start="4749" data-end="4774">E o Brasil, o que diz?</h2>
<p data-start="4776" data-end="5068">O governo brasileiro rejeitou as acusações dos Estados Unidos. Em resposta formal, o Brasil contestou a legitimidade da investigação norte-americana e afirmou que suas práticas, incluindo o Pix, não são discriminatórias nem prejudicam o comércio dos EUA.</p>
<p data-start="5070" data-end="5230">O Brasil também questionou o uso unilateral da Seção 301 e defendeu que disputas comerciais sejam tratadas dentro das regras da Organização Mundial do Comércio.</p>
<h2 data-section-id="17vaj46" data-start="5232" data-end="5267">O que isso tem a ver com o povo?</h2>
<p data-start="5269" data-end="5284">Tem tudo a ver.</p>
<p data-start="5286" data-end="5421">Se mexem no Pix, mexem em uma ferramenta usada por milhões de pessoas para trabalhar, comprar, vender e circular dinheiro no cotidiano.</p>
<p data-start="5423" data-end="5675">O impacto pode chegar especialmente para quem mais depende de formas simples e rápidas de pagamento: pequenos comerciantes, vendedores ambulantes, entregadores, trabalhadores informais, MEIs, diaristas e famílias que usam o Pix para resolver urgências.</p>
<p data-start="5677" data-end="5810">Por isso, essa briga não fica só entre governos, bancos e políticos. Ela pode chegar no bolso de quem depende do Pix para sobreviver.</p>
<h2 data-section-id="hs428o" data-start="5812" data-end="5832">O Pix vai acabar?</h2>
<p data-start="5834" data-end="5992">Até agora, não há nenhuma decisão que acabe com o Pix. O que existe é uma disputa internacional em torno do sistema e de seu impacto no mercado de pagamentos.</p>
<p data-start="5994" data-end="6142">Mas o caso mostra como uma tecnologia usada no dia a dia dos brasileiros pode virar assunto de soberania, comércio internacional e disputa política.</p>
<p data-start="6144" data-end="6314">O Pix é brasileiro, público e virou parte da economia popular. Por isso, quando ele entra na mira de interesses externos, a população precisa entender o que está em jogo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://manguinhosonline.com.br/pix-na-mira-dos-eua-entenda-o-que-isso-tem-a-ver-com-voce/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fake news pode gerar processo e até crime; entenda a lei</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/fake-news-pode-gerar-processo-e-ate-crime-entenda-a-lei/</link>
					<comments>https://manguinhosonline.com.br/fake-news-pode-gerar-processo-e-ate-crime-entenda-a-lei/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 20:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Direito digital]]></category>
		<category><![CDATA[Fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://manguinhosonline.com.br/?p=1403</guid>

					<description><![CDATA[Mentiras compartilhadas em redes sociais e aplicativos de mensagem podem causar danos reais, atingir a honra de pessoas, espalhar pânico e interferir em processos eleitorais. A responsabilização depende do conteúdo, da intenção e dos efeitos da publicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
<div class="" data-turn-id-container="request-6a443c0b-b18c-83e9-9289-a554a2722b65-15" data-is-intersecting="true">
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none has-data-writing-block:pointer-events-none [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-6a443c0b-b18c-83e9-9289-a554a2722b65-15" data-turn-id-container="request-6a443c0b-b18c-83e9-9289-a554a2722b65-15" data-testid="conversation-turn-34" data-turn="assistant">
<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)">
<div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content="">
<div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow">
<div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" tabindex="0" data-message-author-role="assistant" data-message-id="4cccb58d-2e29-44a5-8be5-6f0cf214d8b2" data-turn-start-message="true" data-message-model-slug="gpt-5-5-thinking">
<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden">
<div class="markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling">
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1086" data-end="1536">Fake news não é “só opinião”. Uma informação falsa publicada ou compartilhada na internet pode atingir a imagem de uma pessoa, prejudicar uma comunidade, gerar medo, interferir em eleições e até provocar investigação policial. No Brasil, não existe uma regra simples dizendo que toda fake news é automaticamente crime. Mas, dependendo do caso, a mentira pode se enquadrar em crimes já previstos na legislação e também gerar processo por danos morais.</p>
<p data-start="1538" data-end="2018">O tema ganhou importância porque a circulação de informações falsas deixou de acontecer apenas em páginas desconhecidas. Hoje, boatos se espalham em grupos de WhatsApp, perfis de Instagram, correntes de Facebook, vídeos curtos, montagens, áudios e prints fora de contexto. Segundo a TIC Domicílios 2024, 86% da população urbana brasileira usava internet, o equivalente a 141 milhões de pessoas conectadas nos três meses anteriores à pesquisa.</p>
<p data-start="2020" data-end="2375">A mesma pesquisa mostra como o ambiente digital virou parte da rotina: em 2024, 92% dos usuários de internet enviaram mensagens instantâneas e 81% usaram redes sociais. Ao mesmo tempo, apenas 52% relataram verificar informações encontradas na internet, o que ajuda a explicar por que boatos podem circular tão rápido.</p>
<h2 data-section-id="xoeo4l" data-start="2377" data-end="2398">Fake news é crime?</h2>
<p data-start="2400" data-end="2700">A expressão “fake news” é popular, mas nem sempre corresponde a um crime específico. Em regra, o que a Justiça analisa é o conteúdo da publicação, quem foi atingido, se houve dolo, se a pessoa sabia que era falso, se a informação causou dano e se a mentira se encaixa em algum tipo penal já previsto.</p>
<p data-start="2702" data-end="3083">Na prática, uma fake news pode se enquadrar em crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria. O Código Penal define calúnia como imputar falsamente a alguém um fato definido como crime. A pena prevista é de detenção de seis meses a dois anos e multa. A mesma regra alcança quem, sabendo que a acusação é falsa, a divulga ou repassa.</p>
<p data-start="3085" data-end="3515">A difamação ocorre quando alguém imputa a outra pessoa um fato ofensivo à sua reputação, mesmo que esse fato não seja crime. Já a injúria atinge a dignidade ou o decoro da vítima. Esses crimes são comuns em conflitos envolvendo postagens, acusações públicas, montagens, comentários ofensivos e boatos contra moradores, comerciantes, profissionais, lideranças comunitárias ou agentes públicos.</p>
<h2 data-section-id="bpbltn" data-start="3517" data-end="3556">Quando uma mentira pode virar crime?</h2>
<p data-start="3558" data-end="3757">Uma mentira publicada na internet pode gerar responsabilização criminal quando atinge a honra de alguém, acusa falsamente uma pessoa, inventa crime, causa pânico ou interfere em processos eleitorais.</p>
<p data-start="3759" data-end="4247">Se alguém publica que determinada pessoa cometeu um roubo, abuso, fraude ou outro crime sem que isso seja verdade, pode haver calúnia. Se a mentira leva à abertura de investigação, inquérito ou processo contra alguém inocente, o caso pode ser mais grave e configurar denunciação caluniosa. O Código Penal também prevê comunicação falsa de crime quando alguém provoca a ação da autoridade comunicando crime ou contravenção que sabe não ter acontecido.</p>
<p data-start="4249" data-end="4439">Ou seja: inventar uma acusação, espalhar um print falso, divulgar um áudio manipulado ou afirmar que alguém praticou um crime pode deixar de ser “fofoca de internet” e virar caso de polícia.</p>
<h2 data-section-id="xq86y2" data-start="4441" data-end="4486">Quem só compartilha também pode responder?</h2>
<p data-start="4488" data-end="4697">Pode. A responsabilização não atinge apenas quem criou a mentira. Quem compartilha também pode ser responsabilizado, principalmente quando sabe que a informação é falsa ou quando contribui para ampliar o dano.</p>
<p data-start="4699" data-end="4968">No caso da calúnia, o Código Penal prevê que incorre na mesma pena quem, sabendo falsa a imputação, propala ou divulga a acusação. Isso significa que repassar uma mentira com consciência da falsidade pode ter consequência jurídica.</p>
<p data-start="4970" data-end="5329">Na esfera civil, a pessoa também pode ser obrigada a reparar danos. O Código Civil considera ato ilícito a ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência que viola direito e causa dano a outra pessoa, ainda que exclusivamente moral. Também estabelece que quem causa dano por ato ilícito fica obrigado a repará-lo.</p>
<h2 data-section-id="1wsn76p" data-start="5331" data-end="5372">Fake news em eleição tem regra própria</h2>
<p data-start="5374" data-end="5863">Durante eleições, a divulgação de informação falsa pode ter consequências específicas. O TSE registra que o artigo 323 do Código Eleitoral trata da divulgação de fatos inverídicos capazes de influenciar o eleitorado. A jurisprudência do tribunal aponta elementos como divulgação de fato falso ou gravemente descontextualizado durante campanha, relação com partido ou candidato, ciência da falsidade e capacidade de influenciar a escolha dos eleitores.</p>
<p data-start="5865" data-end="6259">A preocupação da população com o tema é alta. Pesquisa DataSenado de 2024 apontou que 81% dos entrevistados acreditavam que notícias falsas poderiam impactar “muito” os resultados das eleições. O levantamento também mostrou que 78% consideravam muito importante controlar notícias falsas nas redes sociais para assegurar uma disputa justa entre candidatos.</p>
<h2 data-section-id="1byvvjs" data-start="6261" data-end="6311">Plataformas também estão no centro da discussão</h2>
<p data-start="6313" data-end="6624">A responsabilidade das redes sociais e plataformas digitais também vem sendo discutida no Brasil. O Marco Civil da Internet estabeleceu regras para o uso da internet no país e, no artigo 19, tratou da responsabilização civil de provedores por conteúdo gerado por terceiros.</p>
<p data-start="6626" data-end="7050">Em 2025, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o artigo 19 é parcialmente inconstitucional e fixou novos parâmetros para responsabilização civil de plataformas por conteúdos de terceiros. A decisão reconheceu que a regra anterior, baseada em ordem judicial prévia como critério geral, não oferecia proteção suficiente a direitos fundamentais e à democracia em determinadas situações.</p>
<p data-start="7052" data-end="7324">O debate, no entanto, não elimina a responsabilidade individual. Mesmo quando a plataforma pode ser cobrada a remover conteúdo ou adotar medidas contra circulação de material ilícito, quem cria, publica ou compartilha uma mentira também pode responder pelos próprios atos.</p>
<h2 data-section-id="1wxmqbo" data-start="7326" data-end="7371">Por que isso afeta a vida nas comunidades?</h2>
<p data-start="7373" data-end="7748">Em territórios populares, uma mentira pode circular com muita velocidade e causar efeitos imediatos. Um boato sobre uma unidade de saúde pode afastar moradores de um atendimento. Uma acusação falsa contra um comerciante pode destruir reputações. Uma informação inventada sobre operação policial, vacinação, benefício social ou transporte pode gerar medo, confusão e prejuízo.</p>
<p data-start="7750" data-end="8015">A fake news também pode atingir pessoas comuns, não apenas políticos ou famosos. Um print fora de contexto, uma acusação sem prova ou uma montagem com nome e foto de alguém pode afetar relações familiares, trabalho, escola, comércio local e convivência comunitária.</p>
<p data-start="8017" data-end="8148">Por isso, combater desinformação não é apenas uma pauta nacional. É uma questão de segurança, cidadania e cuidado com o território.</p>
<h2 data-section-id="lmtyk8" data-start="8150" data-end="8187">Como evitar compartilhar fake news</h2>
<p data-start="8189" data-end="8470">Antes de publicar ou encaminhar uma informação, o ideal é verificar a fonte, procurar se veículos confiáveis também noticiaram o fato, desconfiar de mensagens alarmistas, conferir datas, observar se há autoria identificada e evitar repassar conteúdos que acusam pessoas sem provas.</p>
<p data-start="8472" data-end="8693">Também é importante tomar cuidado com frases como “recebi no grupo”, “estão dizendo”, “parece que é verdade” ou “compartilha antes que apaguem”. Esse tipo de chamada costuma ser usado para acelerar a circulação de boatos.</p>
<p data-start="8695" data-end="8777">Informação urgente nem sempre é informação verdadeira. Na dúvida, não compartilhe.</p>
<h2 data-section-id="1czmaax" data-start="8779" data-end="8813">O que fazer se você for vítima?</h2>
<p data-start="8815" data-end="9096">Quem for vítima de fake news deve guardar provas. Prints, links, nomes de perfis, datas, horários, números de telefone e mensagens originais podem ajudar em eventual denúncia ou processo. Também é recomendável evitar responder com novas ofensas, porque isso pode piorar o conflito.</p>
<p data-start="9098" data-end="9301">Dependendo do caso, a vítima pode procurar uma delegacia, registrar ocorrência, buscar orientação jurídica, acionar a plataforma para remoção do conteúdo e avaliar pedido de indenização por danos morais.</p>
<p data-start="9303" data-end="9489" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Fake news não é brincadeira. Uma mentira compartilhada pode destruir reputações, colocar pessoas em risco e gerar consequências legais. Na internet, informação também é responsabilidade.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://manguinhosonline.com.br/fake-news-pode-gerar-processo-e-ate-crime-entenda-a-lei/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Título de eleitor: prazo para regularizar documento termina hoje</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/titulo-de-eleitor-prazo-para-regularizar-documento-termina-hoje/</link>
					<comments>https://manguinhosonline.com.br/titulo-de-eleitor-prazo-para-regularizar-documento-termina-hoje/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manguinhos On-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Título de eleitor]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<category><![CDATA[Voto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://manguinhosonline.com.br/?p=1407</guid>

					<description><![CDATA[Eleitoras e eleitores têm até esta quarta-feira (6) para emitir o primeiro título, regularizar pendências, transferir o domicílio eleitoral ou atualizar dados cadastrais. Depois dessa data, o cadastro eleitoral será fechado para organização das Eleições 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1089" data-end="1537">Quem pretende votar nas Eleições 2026 precisa ficar atento ao calendário da Justiça Eleitoral. O prazo para <strong data-start="1197" data-end="1378">tirar o primeiro título de eleitor, regularizar a situação eleitoral, atualizar dados cadastrais, cadastrar biometria ou transferir o domicílio eleitoral termina hoje, 6 de maio</strong>. A partir do dia seguinte, o cadastro eleitoral será fechado para que a Justiça Eleitoral prepare o processo de votação.</p>
<p data-start="1539" data-end="1982">Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o prazo vale para jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitoras e eleitores com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar informações cadastrais. Também se aplica a pessoas com título cancelado e a eleitoras e eleitores que desejam corrigir dados antes do fechamento do cadastro.</p>
<h2 data-section-id="391mqs" data-start="1984" data-end="2029">Quem precisa procurar a Justiça Eleitoral?</h2>
<p data-start="2031" data-end="2091">O prazo não interessa apenas a quem ainda não possui título.</p>
<p data-start="2093" data-end="2118">Devem buscar atendimento:</p>
<ul data-start="2120" data-end="2514">
<li data-section-id="16bbij7" data-start="2120" data-end="2166">quem vai tirar o primeiro título de eleitor;</li>
<li data-section-id="1rqup1a" data-start="2167" data-end="2215">quem está com o título cancelado ou irregular;</li>
<li data-section-id="kq953k" data-start="2216" data-end="2285">quem mudou de município e precisa transferir o domicílio eleitoral;</li>
<li data-section-id="42n7h6" data-start="2286" data-end="2327">quem deseja alterar o local de votação;</li>
<li data-section-id="23rfo1" data-start="2328" data-end="2368">quem precisa atualizar dados pessoais;</li>
<li data-section-id="1qgto8c" data-start="2369" data-end="2514">quem precisa cadastrar ou revisar informações biométricas, quando necessário para os serviços eleitorais.</li>
</ul>
<h2 data-section-id="1hiifj0" data-start="2516" data-end="2546">Como fazer a regularização?</h2>
<p data-start="2548" data-end="2609">A Justiça Eleitoral disponibiliza atendimento de duas formas:</p>
<ul data-start="2611" data-end="2805">
<li data-section-id="tmep0s" data-start="2611" data-end="2694"><strong data-start="2613" data-end="2624">on-line</strong>, por meio do Autoatendimento Eleitoral, para os serviços disponíveis;</li>
<li data-section-id="zlv6ub" data-start="2695" data-end="2805"><strong data-start="2697" data-end="2716">presencialmente</strong>, nos cartórios eleitorais e postos de atendimento.</li>
</ul>
<p data-start="2807" data-end="3029">Antes de sair de casa, o próprio TSE recomenda consultar a situação do título pela internet. A consulta é gratuita e informa se há pendências e quais providências precisam ser tomadas.</p>
<h2 data-section-id="139coaj" data-start="3031" data-end="3067">O que acontece se perder o prazo?</h2>
<p data-start="3069" data-end="3354">Quem perder a data-limite não poderá emitir um novo título, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar a situação para participar das Eleições 2026, porque o cadastro ficará fechado até depois do pleito, conforme prevê o calendário eleitoral.</p>
<p data-start="3356" data-end="3713">Em alguns casos, a Justiça Eleitoral poderá emitir uma <strong data-start="3411" data-end="3439">certidão circunstanciada</strong>, documento que comprova que a pessoa não conseguiu regularizar a situação devido ao fechamento do cadastro. Essa certidão pode ser utilizada para assegurar direitos que exigem quitação eleitoral, mas <strong data-start="3640" data-end="3661">não permite votar</strong> nas eleições.</p>
<h2 data-section-id="73m11j" data-start="3715" data-end="3749">Por que manter o título em dia?</h2>
<p data-start="3751" data-end="3829">Estar em situação regular com a Justiça Eleitoral não serve apenas para votar.</p>
<p data-start="3831" data-end="3904">A quitação eleitoral é exigida em diversas situações da vida civil, como:</p>
<ul data-start="3906" data-end="4172">
<li data-section-id="i9vdzz" data-start="3906" data-end="3940">tomar posse em concurso público;</li>
<li data-section-id="ooexja" data-start="3941" data-end="3992">obter passaporte, quando exigido pela legislação;</li>
<li data-section-id="d5jvkd" data-start="3993" data-end="4046">renovar matrícula em algumas instituições públicas;</li>
<li data-section-id="1vbp3rf" data-start="4047" data-end="4101">receber remuneração em determinados cargos públicos;</li>
<li data-section-id="1yelh9w" data-start="4102" data-end="4172">participar de alguns procedimentos administrativos previstos em lei.</li>
</ul>
<p data-start="4174" data-end="4268">Manter o cadastro atualizado evita problemas futuros e garante o exercício do direito ao voto.</p>
<h2 data-section-id="1vip6qb" data-start="4270" data-end="4308">Participação fortalece a democracia</h2>
<p data-start="4310" data-end="4581">As eleições são um dos principais instrumentos de participação política da população. Regularizar o título significa garantir o direito de escolher representantes para cargos como presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.</p>
<p data-start="4583" data-end="4830">Em comunidades como Manguinhos, onde decisões sobre transporte, saúde, educação, moradia, segurança e investimentos públicos afetam diretamente o cotidiano, participar das eleições também é uma forma de influenciar os rumos das políticas públicas.</p>
<h2 data-section-id="1u035g6" data-start="4832" data-end="4842">Serviço</h2>
<p data-start="4844" data-end="4871"><strong data-start="4844" data-end="4860">Prazo final:</strong> 6 de maio.</p>
<p data-start="4873" data-end="5009"><strong data-start="4873" data-end="4899">Quem pode regularizar:</strong> quem precisa tirar o primeiro título, atualizar dados, transferir domicílio eleitoral ou resolver pendências.</p>
<p data-start="5011" data-end="5159" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="5011" data-end="5026">Como fazer:</strong> pelo Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente nos cartórios e postos da Justiça Eleitoral.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://manguinhosonline.com.br/titulo-de-eleitor-prazo-para-regularizar-documento-termina-hoje/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fim da escala 6&#215;1 marca ato do Dia do Trabalhador no Rio</title>
		<link>https://manguinhosonline.com.br/fim-da-escala-6x1-marca-ato-do-dia-do-trabalhador-no-rio/</link>
					<comments>https://manguinhosonline.com.br/fim-da-escala-6x1-marca-ato-do-dia-do-trabalhador-no-rio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriano Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 19:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos e assistência]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://manguinhosonline.com.br/?p=1409</guid>

					<description><![CDATA[Manifestação realizada em Copacabana, no 1º de Maio, reuniu trabalhadores, centrais sindicais e movimentos sociais em defesa da redução da jornada sem redução salarial, do combate à precarização e da ampliação de direitos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1054" data-end="1560">O Dia do Trabalhador e da Trabalhadora foi marcado por mobilização no Rio de Janeiro. Na sexta-feira, 1º de maio, manifestantes se reuniram em Copacabana, na Zona Sul, para defender o fim da escala 6&#215;1, a redução da jornada de trabalho sem redução de salário e mais proteção aos direitos trabalhistas. O ato aconteceu na Avenida Atlântica, na altura do Posto 5, e fez parte de uma agenda nacional de mobilizações organizada por centrais sindicais e movimentos sociais.</p>
<p data-start="1562" data-end="1938">O Manguinhos On-line esteve presente na cobertura do ato. A manifestação reuniu trabalhadores de diferentes categorias, lideranças políticas, sindicatos, coletivos e pessoas que foram às ruas para denunciar o desgaste provocado por jornadas longas, baixos salários, informalidade, pejotização e falta de tempo para descanso, estudo, cuidado com a família e convivência social.</p>
<p data-start="1940" data-end="2241">A principal palavra de ordem foi o fim da escala 6&#215;1, modelo em que o trabalhador atua seis dias na semana e tem apenas um dia de folga. Para os participantes, a discussão não se resume à organização da rotina de trabalho: trata-se de uma pauta sobre saúde, dignidade, tempo livre e qualidade de vida.</p>
<h2 data-section-id="1djt30a" data-start="2243" data-end="2267">O que é a escala 6&#215;1?</h2>
<p data-start="2269" data-end="2586">A escala 6&#215;1 é uma forma de organização da jornada em que a pessoa trabalha por seis dias e descansa um. Ela é comum em setores como comércio, supermercados, serviços, restaurantes, hotelaria, limpeza, telemarketing, segurança, transporte e outras áreas que funcionam em horários ampliados, fins de semana e feriados.</p>
<p data-start="2588" data-end="2831">Hoje, a Constituição estabelece que a duração normal do trabalho não deve ser superior a oito horas diárias e 44 horas semanais, além de garantir repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos.</p>
<p data-start="2833" data-end="3102">Na prática, a combinação entre jornada de até 44 horas semanais e funcionamento contínuo de determinados setores permite que muitos trabalhadores sejam escalados por seis dias seguidos, com apenas uma folga semanal. É esse modelo que virou alvo de mobilização nacional.</p>
<h2 data-section-id="tmi7d4" data-start="3104" data-end="3152">Por que os trabalhadores querem o fim da 6&#215;1?</h2>
<p data-start="3154" data-end="3487">A reivindicação central é que a redução da jornada seja feita sem redução salarial. Defensores da mudança afirmam que o modelo atual compromete a vida fora do trabalho, aumenta o cansaço físico e mental e dificulta o acesso a estudo, lazer, participação política, cuidado com filhos, acompanhamento de familiares e descanso adequado.</p>
<p data-start="3489" data-end="3745">No ato de Copacabana, cartazes e falas de manifestantes reforçavam que o trabalhador não deve viver apenas para trabalhar. A pauta ganhou força especialmente entre jovens, trabalhadores do comércio e categorias submetidas a rotinas de atendimento contínuo.</p>
<p data-start="3747" data-end="4023">Pesquisa Datafolha divulgada em março mostrou que 71% dos brasileiros apoiavam a redução do número máximo de dias trabalhados por semana. O levantamento ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais.</p>
<h2 data-section-id="bna39o" data-start="4025" data-end="4056">A pauta avançou no Congresso</h2>
<p data-start="4058" data-end="4401">Depois das mobilizações do 1º de Maio, a proposta de fim da escala 6&#215;1 ganhou novos capítulos em Brasília. Em maio, a Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê jornada máxima de 40 horas semanais e dois dias de descanso por semana, sem redução salarial.</p>
<p data-start="4403" data-end="4655">Após a aprovação na Câmara, o texto seguiu para análise do Senado. Segundo a Agência Senado, a proposta estabelece jornada máxima de 40 horas semanais e prevê dois dias de descanso para cada cinco dias trabalhados.</p>
<p data-start="4657" data-end="5064">A Agência Brasil informou que, se aprovada também no Senado, a implementação teria regras de transição, com redução inicial para 42 horas semanais e, depois, para 40 horas. A proposta também prevê a manutenção dos salários e permite regimes compensatórios em situações específicas, desde que respeitado o direito a dois dias de descanso remunerado por semana, em média.</p>
<h2 data-section-id="jjrd52" data-start="5066" data-end="5120">Mais do que escala: direitos trabalhistas em debate</h2>
<p data-start="5122" data-end="5549">Embora o fim da escala 6&#215;1 tenha sido a principal bandeira do ato, a manifestação também levantou outras pautas. Entre elas estavam a defesa da redução da jornada sem corte salarial, o combate à pejotização, a valorização das negociações coletivas e a proteção contra formas de precarização do trabalho. Esses temas estavam entre os eixos convocados para o ato de 1º de Maio em Copacabana.</p>
<p data-start="5551" data-end="5897">A pejotização é uma das preocupações recorrentes entre trabalhadores e sindicatos. O termo se refere a situações em que pessoas passam a prestar serviço como pessoa jurídica, mas seguem, na prática, em uma relação de trabalho semelhante à de emprego, muitas vezes sem acesso aos mesmos direitos previstos para trabalhadores com carteira assinada.</p>
<p data-start="5899" data-end="6110">Para os movimentos presentes no ato, discutir jornada é também discutir o modelo de trabalho no Brasil. A pergunta que atravessou a manifestação foi direta: quanto tempo da vida deve ser consumido pelo trabalho?</p>
<h2 data-section-id="1kgx08q" data-start="6112" data-end="6143">Trabalho, cidade e favela</h2>
<p data-start="6145" data-end="6477">A discussão sobre a escala 6&#215;1 também atravessa a realidade de moradores de Manguinhos e de outros territórios populares. Para quem vive longe das áreas de maior concentração de emprego, a jornada não começa apenas quando bate o ponto. Ela inclui o tempo gasto em ônibus, trem, metrô, BRT, filas, integrações e deslocamentos longos.</p>
<p data-start="6479" data-end="6871">Uma escala de seis dias por semana pode significar, para muitos trabalhadores, quase nenhuma possibilidade de descanso real. Quando o transporte atrasa, quando o ônibus passa cheio, quando o trem falha ou quando a volta para casa é longa, a folga semanal vira também o único dia para resolver pendências, cuidar da casa, acompanhar filhos, ir ao mercado, descansar e tentar recuperar o corpo.</p>
<p data-start="6873" data-end="7061">Por isso, o debate sobre jornada de trabalho não é abstrato. Ele aparece na rotina de quem sai cedo, volta tarde e ainda precisa lidar com a falta de tempo para viver a própria comunidade.</p>
<h2 data-section-id="1ej2ux6" data-start="7063" data-end="7093">1º de Maio como dia de luta</h2>
<p data-start="7095" data-end="7323">O 1º de Maio é celebrado como Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, mas a data também é marcada por reivindicações históricas da classe trabalhadora. Em 2026, a pauta do fim da escala 6&#215;1 deu novo peso político às manifestações.</p>
<p data-start="7325" data-end="7654">Em Copacabana, o ato mostrou que a discussão saiu das redes sociais e chegou às ruas. A presença de trabalhadores, sindicatos e movimentos sociais reforçou que a mudança na jornada não é apenas uma proposta legislativa: é uma demanda social que mobiliza categorias diferentes e dialoga com a vida cotidiana de milhões de pessoas.</p>
<h2 data-section-id="1yaaji2" data-start="7656" data-end="7680">O que acontece agora?</h2>
<p data-start="7682" data-end="7896">Com o avanço da proposta no Congresso, a pressão dos trabalhadores deve continuar. Para virar regra, a mudança ainda depende de tramitação completa no Senado e, se aprovada, da promulgação da emenda constitucional.</p>
<p data-start="7898" data-end="8108">Enquanto isso, sindicatos e movimentos defendem que a população acompanhe o debate, cobre parlamentares e participe das discussões sobre os impactos da jornada de trabalho na saúde, na renda e na vida familiar.</p>
<p data-start="8110" data-end="8338">A manifestação do 1º de Maio no Rio mostrou que o tema deixou de ser uma pauta restrita às centrais sindicais. O fim da escala 6&#215;1 passou a ocupar conversas em locais de trabalho, redes sociais, famílias e territórios populares.</p>
<p data-start="8340" data-end="8530" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Para quem vive do próprio trabalho, a reivindicação é simples: trabalhar com dignidade, receber salário justo e ter tempo para descansar, estudar, cuidar, amar, circular pela cidade e viver.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://manguinhosonline.com.br/fim-da-escala-6x1-marca-ato-do-dia-do-trabalhador-no-rio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
