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	<title>Mobilidade urbana &#8211; Manguinhos On-line</title>
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	<description>Jornalismo comunitário feito em Manguinhos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Aug 2026 01:25:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Estrada de Manguinhos recebe novo asfaltamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[asfaltamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Estrada de Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Prefeitura do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Obra começou nesta semana, mas moradores questionam a falta de informações sobre drenagem e planejamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma obra de asfaltamento começou nesta semana em um trecho da Estrada de Manguinhos. Máquinas e trabalhadores foram vistos aplicando uma nova camada de asfalto na via.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intervenção, no entanto, levantou dúvidas entre moradores sobre o planejamento da obra. Uma das principais preocupações é se o material e o sistema de drenagem serão suficientes para evitar o acúmulo de água durante as chuvas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manguinhos possui histórico de alagamentos e poucas áreas arborizadas. Por isso, moradores defendem que obras no território considerem também questões como drenagem, calor e segurança para quem circula pela região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o prazo, o custo ou a extensão da obra.</p>
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		<title>Passageiros aguardam ônibus no Terminal Procópio Ferreira no 1º dia de greve dos rodoviários no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Samuel Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 20:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Greve dos rodoviários]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ônibus no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Terminal Procópio Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte público]]></category>
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					<description><![CDATA[Manguinhos On-line acompanhou a movimentação no Centro do Rio nesta segunda-feira (29). Justiça determinou circulação mínima de 50% da frota; passageiros relataram demora para embarcar em diferentes pontos da cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1464" data-end="1788">A greve dos rodoviários do Rio de Janeiro, iniciada à 0h desta segunda-feira (29), afetou a rotina de passageiros que dependem dos ônibus para se deslocar pela cidade. No Terminal Procópio Ferreira, no Centro do Rio, o Manguinhos On-line acompanhou a movimentação de usuários que aguardavam condução para retornar para casa.</p>
<p data-start="1790" data-end="2035">O registro foi feito pelo comunicador <strong data-start="1828" data-end="1845">Samuel Xavier</strong>, que esteve no local durante a paralisação. Nas imagens publicadas pelo Manguinhos On-line, passageiros aparecem esperando a chegada dos coletivos em meio à redução da circulação de ônibus.</p>
<p data-start="2037" data-end="2297">A Justiça do Trabalho determinou que pelo menos <strong data-start="2085" data-end="2101">50% da frota</strong> fosse mantida nas ruas durante a greve. Ao todo, seriam cerca de <strong data-start="2167" data-end="2183">1.800 ônibus</strong> em circulação, segundo a determinação judicial citada na cobertura do caso.</p>
<h2 data-section-id="1qxr3qf" data-start="2299" data-end="2335">Greve foi mantida após assembleia</h2>
<p data-start="2337" data-end="2652">A paralisação começou à 0h desta segunda-feira, após decisão da categoria em assembleia. Durante a tarde, os rodoviários decidiram manter a greve. Uma audiência de mediação para tentar um acordo foi marcada para a manhã desta terça-feira (30), no Tribunal Regional do Trabalho.</p>
<p data-start="2654" data-end="2873">Segundo a cobertura do G1, passageiros relataram espera de até <strong data-start="2717" data-end="2728">2 horas</strong> para embarcar. Pela manhã, pontos e terminais registraram filas, e parte dos usuários desistiu do trajeto.</p>
<p data-start="2875" data-end="3068">No fim do dia, o cenário ainda era de atenção em terminais de ônibus. No Terminal Procópio Ferreira, passageiros aguardavam a chegada dos coletivos sem a mesma previsibilidade de um dia normal.</p>
<h2 data-section-id="yli6zb" data-start="3070" data-end="3108">Passageiros tentam voltar para casa</h2>
<p data-start="3110" data-end="3357">A paralisação atingiu principalmente quem depende do ônibus para trabalhar, estudar ou retornar para casa depois do expediente. Em diferentes regiões do Rio, usuários relataram demora, falta de informação e dificuldade para encontrar alternativas.</p>
<p data-start="3359" data-end="3530">Apesar da greve nos ônibus, outros modais, como trens, barcas e metrô, operavam normalmente, segundo a cobertura sobre a paralisação.</p>
<p data-start="3532" data-end="3748">O Terminal Procópio Ferreira é um terminal municipal localizado no Centro do Rio, região com grande circulação de trabalhadores e integração com outros deslocamentos pela cidade.</p>
<h2 data-section-id="tyqyeb" data-start="3750" data-end="3803">Empresas e sindicato divergem sobre frota nas ruas</h2>
<p data-start="3805" data-end="4135">O Rio Ônibus, sindicato que representa as viações da cidade, informou que <strong data-start="3879" data-end="3896">870 coletivos</strong> saíram para circular ao longo da manhã. A entidade também afirmou que <strong data-start="3967" data-end="3980">40 ônibus</strong> foram vandalizados em piquetes. Já o sindicato dos rodoviários disse ter informação de <strong data-start="4068" data-end="4096">25 coletivos danificados</strong>.</p>
<p data-start="4137" data-end="4452">O sindicato dos trabalhadores culpou as empresas pelo número insuficiente de ônibus nas ruas. Sebastião José, presidente do Sindicato dos Rodoviários, afirmou que a categoria teve dificuldade para cumprir a decisão judicial porque não teria recebido a escala dos trabalhadores.</p>
<p data-start="4454" data-end="4751">As viações, por outro lado, disseram que as garagens estavam abertas desde a meia-noite para que os rodoviários colocassem a frota em circulação. O Rio Ônibus também afirmou que seu objetivo era cumprir a decisão judicial e garantir o transporte da população.</p>
<h2 data-section-id="z91phx" data-start="4753" data-end="4788">O que reivindicam os rodoviários</h2>
<p data-start="4790" data-end="5169">Entre as reivindicações da categoria estão a mudança da data-base para 1º de março, salário de R$ 5 mil para motoristas de articulados, R$ 4 mil para os demais motoristas, tíquete-alimentação de R$ 1 mil, jornada de trabalho 5&#215;2, manutenção do passe livre, indenização dos 30 minutos do intervalo de almoço e plano de saúde e odontológico.</p>
<p data-start="5171" data-end="5498">A proposta patronal, segundo o sindicato dos trabalhadores, teria reajustes menores. Para motoristas de ônibus convencional, o aumento seria de R$ 150,15. Para motoristas de articulado na categoria “E”, o reajuste seria de R$ 180,17. O auxílio-alimentação passaria de R$ 660 para R$ 689.</p>
<h2 data-section-id="1nzg4v2" data-start="5500" data-end="5528">Situação segue indefinida</h2>
<p data-start="5530" data-end="5815">Até a última atualização desta reportagem, a greve seguia mantida, e uma nova rodada de negociação estava prevista para esta terça-feira (30). Passageiros que dependem dos ônibus devem acompanhar a situação antes de sair de casa e, quando possível, buscar alternativas de deslocamento.</p>
<p data-start="5817" data-end="5987" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O Manguinhos On-line seguirá acompanhando os impactos da paralisação nos deslocamentos de trabalhadores, estudantes e moradores que dependem do transporte público no Rio.</p>
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		<title>Trens RJ assume operação no lugar da SuperVia; entenda o que muda para os passageiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Samuel Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade urbana]]></category>
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		<category><![CDATA[Transporte público]]></category>
		<category><![CDATA[Trens RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova concessionária, ligada ao consórcio Nova Via Mobilidade, passa a administrar o sistema ferroviário urbano do estado. Para moradores de Manguinhos e de outras regiões populares, a mudança reacende a expectativa por trens mais regulares, estações mais seguras e menos transtornos no deslocamento diário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="567" data-end="991">A operação dos trens urbanos do Rio de Janeiro entrou em uma nova fase. Após quase três décadas sob administração da SuperVia, o sistema passou a ser operado pela Trens RJ, marca ligada ao consórcio Nova Via Mobilidade. A mudança ocorreu em 30 de maio e marca o fim de um ciclo iniciado em 1998, quando a SuperVia assumiu o transporte ferroviário de passageiros na Região Metropolitana.</p>
<p data-start="993" data-end="1483">A troca de comando atinge diretamente a rotina de milhares de trabalhadores, estudantes e moradores que dependem dos trens para circular entre a capital, a Baixada Fluminense e outros municípios da Região Metropolitana. Para territórios como Manguinhos, onde o transporte público é parte essencial da vida cotidiana, a expectativa é que a nova gestão consiga enfrentar problemas antigos: intervalos longos, falhas operacionais, insegurança, estações deterioradas e falta de previsibilidade.</p>
<p data-start="1485" data-end="1851">Segundo a Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana, a nova operação terá maior participação do Governo do Estado na gestão do sistema, com metas de desempenho, manutenção e qualidade do serviço. A pasta afirma que a primeira etapa será voltada à estabilização da ferrovia e à recuperação gradual da infraestrutura.</p>
<h2 data-section-id="xmd936" data-start="1853" data-end="1887">O que muda para os passageiros?</h2>
<p data-start="1889" data-end="2250">Neste primeiro momento, a mudança é principalmente administrativa. De acordo com o governo estadual, não houve alteração imediata nas linhas, horários ou funcionamento das estações. Também foram mantidos os cartões de passagem, a tarifa comum e a tarifa social praticada anteriormente.</p>
<p data-start="2252" data-end="2480">Na prática, isso significa que o passageiro não deve encontrar uma mudança brusca no embarque ou no pagamento da passagem. O desafio, porém, será fazer com que a troca de concessionária se transforme em melhoria real no serviço.</p>
<p data-start="2482" data-end="2797">Para quem depende do trem todos os dias, a questão central não é apenas o nome da operadora. O que pesa na rotina é saber se o trem vai chegar no horário, se haverá composição suficiente nos horários de pico, se as estações estarão seguras e se o trabalhador conseguirá sair de casa e voltar sem atrasos constantes.</p>
<h2 data-section-id="1ijaymu" data-start="2799" data-end="2852">Sistema atende mais de 300 mil passageiros por dia</h2>
<p data-start="2854" data-end="3091">A malha ferroviária estadual tem 270 quilômetros de extensão, distribuídos em cinco ramais, três extensões e 104 estações. Segundo a Setram, mais de 300 mil passageiros utilizam os trens diariamente.</p>
<p data-start="3093" data-end="3309">Esse número mostra o tamanho da responsabilidade da nova concessionária. O trem não é um serviço secundário: ele é uma das principais formas de deslocamento de quem vive longe dos grandes centros de emprego e estudo.</p>
<p data-start="3311" data-end="3593">Em regiões populares, a qualidade do transporte público interfere diretamente no acesso ao trabalho, à escola, à saúde, ao lazer e à renda. Quando o trem atrasa, para ou circula com intervalos grandes, o impacto chega primeiro para quem não tem alternativa de transporte individual.</p>
<h2 data-section-id="1ephugh" data-start="3595" data-end="3622">Investimentos prometidos</h2>
<p data-start="3624" data-end="3949">O Governo do Estado informou que deve investir mais de R$ 600 milhões no sistema ferroviário ao longo dos próximos cinco anos. Os recursos devem ser destinados principalmente à recuperação da infraestrutura operacional, incluindo trilhos, dormentes, postes, transformadores e rede aérea.</p>
<p data-start="3951" data-end="4307">A Setram também afirma que já foram aplicados mais de R$ 160 milhões desde o início da transição operacional. Entre os resultados apontados pela pasta estão a redução de intervalos, a diminuição do tempo de viagem e a substituição de cabos, medida relacionada ao combate a furtos que prejudicam a circulação dos trens.</p>
<p data-start="4309" data-end="4604">Apesar das promessas, a recuperação do sistema deve ser gradual. A própria Trens RJ informou que os avanços em infraestrutura serão percebidos ao longo dos próximos cinco anos, com foco inicial na recuperação de trilhos, dormentes, rede aérea e sinalização.</p>
<h2 data-section-id="qhd82q" data-start="4606" data-end="4632">Novo modelo de contrato</h2>
<p data-start="4634" data-end="4985">Com o fim da antiga concessão, o sistema passa a funcionar por meio de um contrato de permissão com duração inicial de cinco anos. Uma das principais mudanças está na forma de remuneração da operadora, que passa a ser calculada pela quilometragem percorrida, e não apenas pelo número de passageiros transportados.</p>
<p data-start="4987" data-end="5203">Segundo o governo, esse modelo busca dar mais previsibilidade à operação e reduzir problemas financeiros ligados à queda de demanda. A promessa é que a qualidade do serviço passe a ter mais peso na gestão do sistema.</p>
<h2 data-section-id="9x75ee" data-start="5205" data-end="5238">O que Manguinhos deve observar</h2>
<p data-start="5240" data-end="5580">Para Manguinhos e outros territórios atravessados pela desigualdade urbana, a mudança precisa ser acompanhada de perto. Melhorar o trem significa melhorar a vida de quem sai cedo para trabalhar, de quem estuda longe de casa, de quem depende de integração com ônibus e de quem não pode pagar transporte por aplicativo quando o sistema falha.</p>
<p data-start="5582" data-end="5908">Moradores devem observar, nas próximas semanas e meses, se haverá melhora nos intervalos, na limpeza das estações, na comunicação sobre atrasos, na segurança e na acessibilidade. Também é importante acompanhar se os canais oficiais da nova concessionária funcionarão de forma clara e rápida para informar mudanças na operação.</p>
<p data-start="5910" data-end="6234">A Trens RJ já ativou site e canais de atendimento aos passageiros. No site oficial, a empresa informa telefone 0800 726 9494 e canais digitais para comunicação com usuários. A Agetransp, agência reguladora do transporte estadual, também mantém atendimento ao público pelo 0800 285 9796.</p>
<h2 data-section-id="1xwtlxb" data-start="6236" data-end="6264">Mudança de nome não basta</h2>
<p data-start="6266" data-end="6461">O fim da SuperVia encerra uma etapa importante da história recente do transporte ferroviário no Rio. Mas, para o passageiro, a mudança só terá sentido se vier acompanhada de resultados concretos.</p>
<p data-start="6463" data-end="6684">A nova gestão assume um sistema essencial, mas marcado por anos de críticas. A promessa é de modernização, investimento e maior controle público. A cobrança da população, agora, será para que essas medidas saiam do papel.</p>
<p data-start="6686" data-end="6769">Para quem vive em Manguinhos, a pergunta é simples: o trem vai melhorar de verdade?</p>
<p data-start="6771" data-end="7030">Enquanto a resposta não vem, cabe ao poder público, à concessionária e aos órgãos de fiscalização garantir que o transporte ferroviário seja tratado como direito, e não como favor. Afinal, mobilidade urbana também é acesso à cidade, ao trabalho e à dignidade.</p>
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